O Papa Leão XIV, primeiro pontífice americano da história, pediu um freio ético no desenvolvimento da inteligência artificial e alertou os sacerdotes contra o uso da tecnologia na redação de sermões, em meio à ‘febre’ de inovação no Vale do Silício. As declarações foram reportadas pelo jornal The New York Times e pelo portal MSN em 25 de maio de 2026.
segundo fontes do setor, o papa fez um apelo por cautela diante do ritmo acelerado das inovações no setor de IA. Já o MSN destacou uma advertência direta aos religiosos para que não utilizem inteligência artificial na produção de sermões, reforçando a posição crítica do Vaticano.
A intervenção do pontífice ganha relevância especial pelo ineditismo de um americano no comando da Igreja Católica, o que aproxima o debate do principal polo mundial de tecnologia. A revista The Atlantic já havia apontado, em abril de 2026, um movimento de empresários do Vale do Silício em direção ao catolicismo, tornando a posição do papa ainda mais simbólica.
Contexto e lacunas
As fontes consultadas não incluíram o documento papal original ou transcrições completas. Também não foram encontradas reações oficiais de gigantes da tecnologia como Google, Meta ou OpenAI, nem detalhes sobre impactos regulatórios. A apuração do PIRANOT busca essas informações adicionais.











