sábado, 18 de julho de 2026
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Texto aprovado por 34 votos a 4 prevê redução de jornada de 44 para 40 horas e duas folgas semanais; transição de 14 meses começa após promulgação

Comissão da Câmara aprova fim da escala 6×1; PEC avança ao plenário

Texto aprovado por 34 votos a 4 prevê redução de jornada de 44 para 40 horas e duas folgas semanais; transição de 14 meses começa após promulgação

· 4 min de leitura · Atualizado em 31.05.2026 · NEXUS A.I. do PIRANOT e Júnior Cardoso

Pontos-chave

  • Placar foi de 34 votos favoráveis e quatro contrários na comissão especial da Câmara.
  • Medida beneficia cerca de 40 milhões de trabalhadores com carteira assinada no país.
  • Trabalhadores terão garantia de duas folgas semanais, sendo uma preferencialmente aos domingos.
  • Texto precisa de 308 votos em dois turnos no plenário para ser aprovado e seguir ao Senado.
  • Proposta é principal bandeira eleitoral do governo Lula na área trabalhista.

Após confrontar dados da Agência Brasil e relatórios oficiais da Câmara dos Deputados, a Comissão Especial aprovou nesta quarta-feira (27) o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 221/2019 que extingue a escala 6×1 de trabalho. O placar foi de 34 votos favoráveis e quatro contrários, selando um acordo político articulado pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), com o governo federal. A proposta reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas, garante duas folgas semanais para todos os trabalhadores — sendo uma preferencialmente aos domingos — e mantém os salários atuais. O texto segue agora para votação no plenário da Câmara, onde necessita de 308 votos em dois turnos para aprovação.

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A PEC atinge aproximadamente 40 milhões de trabalhadores brasileiros com carteira assinada, segundo dados da Câmara. A sessão desta quarta-feira durou apenas oito minutos, tempo suficiente para contagem do prazo de pedido de vista da oposição e liberação da pauta. Hugo Motta antecipou a votação, inicialmente prevista para quinta-feira (28), para evitar alterações no texto negociado. A estratégia contou com a presença de ministros do governo Lula no plenário, sinalizando a importância política da pauta para a gestão petista e sua potencial utilização como bandeira na campanha à reeleição.


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