terça-feira, 28 de julho de 2026
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Economia

Tesouro pede ao Senado mudança no limite de emissões no exterior

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Proposta troca teto acumulado de US$ 100 bilhões por limite anual de US$ 35 bilhões.
  • Governo diz buscar mais flexibilidade para gerir dívida pública em moeda estrangeira.
  • Autorização do Senado é exigida para controlar riscos cambiais e endividamento.
  • Modelo atual obriga nova negociação política quando emissões se aproximam do teto.
  • Tesouro e Senado não comentaram a tramitação até o fechamento da reportagem.

O Tesouro Nacional solicitou ao Senado Federal uma alteração na regra para a emissão de títulos públicos no mercado externo. A versão divulgada do pedido indica que o governo pretende substituir o atual limite acumulado de até US$ 100 bilhões por um teto anual de até US$ 35 bilhões.

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A proposta prevê que o limite anual de US$ 35 bilhões também seja aplicado ao valor equivalente em outras moedas estrangeiras. Tesouro Nacional e Senado Federal ainda não publicaram o documento oficial com a redação e a justificativa técnica da mudança.

O que muda com o limite anual de US$ 35 bilhões

Pela regra vigente, as emissões externas da União estão sujeitas a um limite acumulado de até US$ 100 bilhões. O pedido do governo troca essa barreira por uma autorização renovada a cada ano, com teto de até US$ 35 bilhões.

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A alteração mudaria a margem disponível para a captação de recursos no exterior e a forma de controle dessas emissões pelo Senado. O limite de US$ 35 bilhões, porém, representa um teto proposto, e não o volume que necessariamente será emitido pela União.

A comparação entre as duas regras ainda é limitada pela ausência de dados públicos consolidados sobre quanto a União já emitiu sob o limite acumulado de US$ 100 bilhões. Sem esse valor, não é possível calcular a margem restante na regra vigente e confrontá-la com a autorização anual pretendida pelo Tesouro.

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Decisão sobre a mudança cabe ao Senado

A mudança depende da análise dos senadores. Até eventual aprovação da nova regra, permanece vigente o limite acumulado de até US$ 100 bilhões; se o pedido avançar nos termos divulgados, o novo teto será de até US$ 35 bilhões por ano.


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