A atriz Carolina Dieckmann, 47 anos, recebeu alta hospitalar na terça-feira (3) após quatro dias internada com pielonefrite — uma infecção bacteriana grave no rim esquerdo que, segundo os médicos que a atenderam, poderia ter evoluído para septicemia caso o tratamento não tivesse sido iniciado rapidamente. A própria atriz confirmou o diagnóstico e a alta por meio de vídeos publicados em seu perfil nas redes sociais.
Dieckmann revelou que os primeiros sintomas foram febre de 39°C e dores intensas na região lombar alta — sensações que ela chegou a confundir com dengue ou chikungunya. “Eu não senti nada. Quando eu vi, eu já estava com 39 de febre, com dor na lombar, na parte alta da lombar”, disse a atriz. O quadro foi descoberto dias antes de uma viagem longa que ela faria para um destino remoto, o que ela descreveu como providencial: se estivesse a bordo do voo, o agravamento da infecção poderia ter sido fatal.
O tratamento incluiu antibióticos por via intravenosa durante todo o período de internação. Os médicos alertaram que a velocidade na introdução do protocolo antibiótico foi determinante para conter a proliferação bacteriana antes que atingisse a corrente sanguínea. Ao receber alta, Dieckmann continuou o tratamento em casa, com repouso e antibióticos por via oral, e ainda apresentava inflamação residual nos rins.
A revelação foi feita no dia do aniversário de 23 anos de casamento da atriz com o empresário Tiago Worcman, a quem ela agradeceu publicamente pelo apoio “incansável” durante a internação. Em um dos vídeos, Dieckmann aproveitou o episódio para fazer um alerta de saúde pública: “Febre é um sinal muito alarmante. Quando a gente está com febre, provavelmente nosso corpo está tentando combater uma infecção.” A atriz recomendou investigação médica em vez de automedicação com analgésicos e antitérmicos. “Saí renascida”, afirmou ela ao deixar o hospital.
A pielonefrite é uma infecção bacteriana que acomete os rins, geralmente originada de uma infecção urinária não tratada. O quadro pode ser assintomático nas fases iniciais e se tornar grave rapidamente, com risco de evoluir para sepse — infecção generalizada potencialmente fatal. O diagnóstico precoce e o tratamento imediato com antibióticos são decisivos para o prognóstico.











