sábado, 18 de julho de 2026
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Patrick de Almeida Silva, o PTK, do MDB, caiu na Operação Morro do Alemão; polícia investiga plano da facção de chegar à Câmara.

Pré-candidato a deputado federal por AL é preso por suposto elo com CV

Patrick de Almeida Silva, o PTK, do MDB, caiu na Operação Morro do Alemão; polícia investiga plano da facção de chegar à Câmara.

· 2 min de leitura · Atualizado em 04.06.2026 · NEXUS A.I. do PIRANOT e Júnior Cardoso

Pontos-chave

  • De vereador em Maceió a deputado federal Segundo a investigação, o suposto plano começou em 2024, quando PTK teria sido preparado para concorrer a vereador em Maceió a mando do Comando Vermelho.
  • A polícia associa essa cronologia a Nem Catenga, apontado como líder do Comando Vermelho em Alagoas e supostamente mentor do arranjo.
  • Em março de 2026, ele se filiou ao MDB e passou a mirar uma vaga na Câmara dos Deputados.
  • O MDB de Alagoas também não comentou a filiação do influenciador nem a pretensão de candidatura à Câmara em 2026.
  • No campo eleitoral, caberá ao MDB de Alagoas decidir se mantém ou desfaz a filiação registrada em março.

O influenciador Patrick de Almeida Silva, conhecido como PTK, pré-candidato a deputado federal pelo MDB de Alagoas, foi preso nesta quarta-feira (3) na Operação Morro do Alemão, que apura se ele atuava como elo político do Comando Vermelho no estado.

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A ação cumpre 20 mandados de prisão e 30 de busca e apreensão em Alagoas. A polícia investiga se PTK funcionaria como ponte entre a facção e a disputa eleitoral de 2026 — hipótese que ainda depende da conclusão do inquérito, sem comprovação de culpa.

De vereador em Maceió a deputado federal

Segundo a investigação, o suposto plano começou em 2024, quando PTK teria sido preparado para concorrer a vereador em Maceió a mando do Comando Vermelho. Em março de 2026, ele se filiou ao MDB e passou a mirar uma vaga na Câmara dos Deputados.

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A polícia associa essa cronologia a Nem Catenga, apontado como líder do Comando Vermelho em Alagoas e supostamente mentor do arranjo. O caso ganha dimensão nacional por envolver a hipótese de uma facção tentar ocupar espaço institucional por meio de candidatura a cargo federal.

Defesa e MDB ainda não se manifestaram

A defesa de PTK não havia se manifestado publicamente sobre a prisão. O MDB de Alagoas também não comentou a filiação do influenciador nem a pretensão de candidatura à Câmara em 2026.

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Os próximos passos da operação passam pela análise do material apreendido nos 30 endereços-alvo e pelas audiências de custódia dos 20 presos, que devem definir a manutenção das prisões preventivas. No campo eleitoral, caberá ao MDB de Alagoas decidir se mantém ou desfaz a filiação registrada em março.

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