sábado, 18 de julho de 2026
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Acidente na Mill Road roundabout matou um competidor e levou outro ao hospital; organização manteve programação

Piloto morre em treino da North West 200; prova chega a 20 vítimas fatais

Acidente na Mill Road roundabout matou um competidor e levou outro ao hospital; organização manteve programação

· 4 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Piloto morreu em colisão na Mill Road roundabout durante treino da Supersport.
  • North West 200 chega a 20 mortes desde 1929, segundo a PA Media.
  • Organização manteve a programação a pedido da família do falecido.
  • Diretor do evento afirmou que mortes 'te derrubam', mas a tradição prevalece.

Um acidente durante o treino classificatório da Supersport na North West 200 matou um piloto e elevou para 20 o número de vítimas fatais na história da prova, segundo levantamento da agência PA Media. A colisão ocorreu na Mill Road roundabout, seis minutos após o início da sessão, conforme comunicado oficial do evento. Dois competidores se envolveram no choque — um morreu e o outro foi hospitalizado após transferência por ambulância aérea.

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A identidade do piloto falecido não foi divulgada a pedido da família, que autorizou a continuidade da programação, de acordo com a organização North West 200. A imprensa especializada, citando fontes próximas à competição, aponta o britânico Craig Neve como o segundo envolvido, mas a entidade não confirmou oficialmente os nomes.

O evento de estrada, disputado em vias públicas fechadas no triângulo entre Coleraine, Portrush e Portstewart, na Irlanda do Norte, tem um histórico de fatalidades que remonta à sua primeira edição, em 1929. A última morte antes do acidente de 2026 havia sido a do britânico Malachi Mitchell-Thomas, de 20 anos, em 2016, conforme a BBC.

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Histórico de fatalidades da North West 200

A North West 200 acumula 20 mortes de competidores desde 1929, segundo a BBC Sport. As corridas de estrada, disputadas em vias públicas fechadas, apresentam risco inerente maior que os autódromos convencionais — postes, muros e árvores margeiam o traçado, deixando pouca margem para erro.

‘Mortes em corridas te atingem em cheio’, declarou o diretor de eventos da North West 200, em entrevista à BBC, ao comentar o impacto das tragédias no esporte. A fala reflete o dilema entre a tradição do road racing e o preço humano cobrado a cada edição.

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Dados oficiais indicam que a maioria das vítimas ao longo da história era de pilotos experientes, mas a natureza do circuito — com velocidades superiores a 300 km/h em trechos estreitos — torna qualquer queda potencialmente grave. A edição de 2025 já havia registrado um acidente com dois pilotos hospitalizados, mas sem mortes.

Por que a prova continua mesmo após mortes

A continuidade do North West 200 após acidentes fatais está enraizada na tradição do road racing. O diretor do evento afirmou que as mortes ‘hit you for six’, mas a programação raramente é alterada. ‘É o que fazemos. É o que os pilotos querem’, declarou, reforçando que a decisão de prosseguir reflete a vontade dos competidores.

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A família do piloto falecido autorizou a realização das provas, prática comum no automobilismo de estrada. Dados da organização indicam que, das 20 mortes registradas desde 1929, a maioria não resultou em cancelamento.

A organização do NW200, em comunicado oficial, agradeceu à família pela ‘compreensão e apoio’ e reiterou que o evento seguiria conforme planejado. A decisão, embora polêmica, é vista como parte de um código não escrito entre pilotos e organizadores, que aceitam os riscos como inerentes à modalidade.

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Segurança em corridas de estrada: o que já mudou

A North West 200 reforçou protocolos de segurança ao longo das décadas, mas o risco inerente ao traçado persiste. Diferentemente dos circuitos permanentes, o percurso de 14,4 km conta com postes, muros e árvores próximos ao asfalto, além de trechos em alta velocidade que ultrapassam os 320 km/h.

‘As mortes em corridas nos atingem com força’, declarou o diretor de eventos da NW200, Mervyn Whyte, à BBC, após o acidente que matou um piloto da Superbike em 8 de maio de 2026. A Federação Internacional de Motociclismo (FIM) estabelece diretrizes para competições em estrada, como inspeções de pista, equipamentos de proteção obrigatórios e presença de equipes médicas, mas o debate sobre limites entre tradição e segurança permanece.

A imprensa especializada aponta o britânico Craig Neve como o segundo envolvido, mas a NW200 não confirmou nomes. O acidente reacendeu questionamentos sobre a viabilidade de provas em estrada, onde o risco é parte da essência do esporte. Enquanto entusiastas defendem a preservação da herança cultural, críticos cobram medidas adicionais de segurança, como barreiras mais eficientes e redução de velocidade em pontos críticos.


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