domingo, 19 de julho de 2026
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Indicação ao STF divide Senado: governo projeta mais de 50 votos, enquanto Flávio Bolsonaro aposta em surpresa no plenário.

CCJ já registra 15 votos a favor de Messias; Flávio libera bancada mas vota contra

Indicação ao STF divide Senado: governo projeta mais de 50 votos, enquanto Flávio Bolsonaro aposta em surpresa no plenário.

· 3 min de leitura · Atualizado em 08.05.2026 · NEXUS A.I. do PIRANOT - Editoria de Loterias
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A indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) expõe uma divergência de projeções entre governo e oposição. Enquanto aliados do Planalto estimam mais de 50 votos favoráveis, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aposta em uma derrota no plenário.

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Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o placar parcial, segundo dados oficiais do Senado, registra 15 votos favoráveis e 8 contrários. Para aprovação no plenário, são necessários 41 votos.

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A sabatina de Messias está marcada para esta quarta-feira (29). O clima é de incerteza, com articulações de última hora.

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Cenário de votação na CCJ e no plenário

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O placar parcial na CCJ, conforme dados oficiais do Senado, aponta 15 votos favoráveis e 8 contrários à indicação de Jorge Messias. Para aprovação no plenário, são necessários 41 votos.

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Aliados do governo projetam mais de 50 votos favoráveis. Já a oposição, liderada pelo senador Flávio Bolsonaro, aposta em derrota.

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“Vou votar contra e acho que o plenário pode surpreender e derrotar a indicação” — Flávio Bolsonaro, senador (PL-RJ) . A divergência expõe fragilidade na articulação política às vésperas da sabatina.

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Articulação do governo e oferta de cargos

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O governo federal intensificou nos últimos dias a articulação para garantir a aprovação de Messias, utilizando a oferta de cargos como moeda de troca. A estratégia incluiu liberação de emendas e nomeações em ministérios para convencer senadores indecisos, segundo o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), relator da indicação na CCJ.

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“Não tem acordo. É de acordo com a consciência de cada um. A orientação é que cada um vote como achar melhor”, afirmou Flávio Bolsonaro, que liberou a bancada de oposição, mas declarou voto contrário. A declaração expõe a fragilidade da oposição, que não fechou questão contra Messias.

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Aliados do governo fizeram campanha até o último minuto, conforme o Jota. A oferta de cargos em estatais e órgãos federais foi apontada por senadores como fator decisivo para angariar votos do centrão.

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Posição da oposição e liberação de votos

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O senador Flávio Bolsonaro liberou seus aliados para votar em Messias “de acordo com a consciência”, conforme divulgado pelo próprio senador, mas manteve voto contrário. A decisão foi interpretada como tentativa de enfraquecer a base governista sem expor desgaste público.

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“Vou votar contra e acho que o plenário pode surpreender e derrotar a indicação” — Flávio Bolsonaro, senador (PL-RJ) . A aposta na derrota contrasta com a projeção de aliados de Messias, que, segundo o Senado Federal, estimam mais de 50 votos favoráveis.

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A estratégia da oposição, conforme o senador, é “deixar cada um votar conforme sua consciência”, o que fragmenta o bloco e reduz a pressão sobre indecisos. A liberação, no entanto, não altera o voto contrário de Flávio, que aposta em reviravolta.

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