Um caminhoneiro de 58 anos foi preso em flagrante no sábado (25), em Caçapava (SP), com 601,7 kg de maconha escondidos em uma carga de móveis na Rodovia Presidente Dutra.
A ocorrência importa pelo volume apreendido e pela forma de ocultação: 528 tabletes foram localizados dentro do caminhão, em um corredor rodoviário usado para transporte de mercadorias entre São Paulo e Rio de Janeiro.
Relatos publicados nesta segunda-feira (27) por Polícia prende caminhoneiro com mais de 600 kg de maconha escondidos em carga de e Polícia Civil apreende 600 kg de drogas em caminhão em Caçapava apontam que a Polícia Civil conduziu a prisão e a apreensão. Procurada, a Polícia Civil não respondeu até o fechamento.
O motorista recebeu voz de prisão em flagrante por tráfico de drogas e associação ao tráfico depois de não apresentar justificativa legal para o carregamento ilícito, de acordo com os registros da ocorrência relatados pela imprensa. A defesa do suspeito não foi localizada até a publicação.
Apreensão na Dutra envolve 528 tabletes e frete de R$ 8.500
A abordagem ocorreu por volta de 14h de sábado (25), em um posto de combustíveis às margens da Rodovia Presidente Dutra, em Caçapava (SP). No caminhão, a droga estava camuflada entre móveis, conforme os relatos sobre a ocorrência policial.
Os dados centrais do caso são 601,7 kg de maconha e 528 tabletes apreendidos. Também constam nos registros citados que o frete prometido seria de R$ 8.500, dos quais R$ 4.000 teriam sido pagos.
A Rodovia Presidente Dutra, trecho da BR-116, liga São Paulo ao Rio de Janeiro e é um corredor logístico relevante para circulação de cargas. Esse papel também explica o monitoramento policial contra transporte interestadual de entorpecentes em cargas camufladas.
O PIRANOT acompanha investigações policiais em diferentes frentes. Em 2026, o portal mostrou que a Polícia Civil revelou elo de doleiro sancionado pelos EUA com PCC e Banco Master, caso que também tratou de apuração sobre crime organizado.
Rota, contratante e destinatário seguem sob investigação
A hipótese oficial relatada na ocorrência é de transporte de droga em carga de móveis. A investigação ainda precisa esclarecer como a carga foi montada, quem contratou o frete e quem receberia o carregamento.
As fontes disponíveis não detalham a identidade do contratante do frete no Paraná nem o destinatário em Taubaté. Também permanece em aberto a identificação do proprietário do barracão em Maringá citado na apuração.
O caso deve ser tratado como investigação em andamento. A prisão em flagrante não equivale a condenação, e não há conclusão pública de inquérito que permita afirmar que o motorista soubesse previamente da droga antes da apuração policial.
Flagrante abre etapa de formalização do caso
Os encaminhamentos confirmados até agora são a prisão em flagrante do caminhoneiro de 58 anos e a apreensão dos 601,7 kg de maconha. A situação jurídica posterior do motorista depende de publicação oficial ou manifestação da autoridade competente.
Também dependem de confirmação oficial os próximos atos da investigação, a eventual identificação de outros envolvidos e a destinação pericial da droga apreendida. Sem esses documentos, o caso permanece restrito ao flagrante e às diligências policiais.












