segunda-feira, 27 de julho de 2026
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Brasil

Brasil registra 82 espécies exóticas de moluscos, alta de 215% em 15 anos

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Das 82 espécies listadas em 2025, 20 são classificadas como invasoras no país.
  • Pesquisadores pedem mais biossegurança, detecção precoce e monitoramento contínuo.
  • Levantamento associa introduções ao comércio internacional e ao transporte marítimo.
  • Avanço de espécies exóticas não significa dano comprovado em todos os casos.

O Brasil passou de 26 para 82 espécies exóticas de moluscos catalogadas em 15 anos, uma alta de 215%. A série considera os registros de 2011 até o encerramento de 2025.

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Das 82 espécies listadas em 2025, 20 são classificadas como invasoras e representam ameaça direta à infraestrutura e ao setor agropecuário. A diferença é importante porque a presença de uma espécie exótica não significa, por si só, que ela esteja se proliferando sem controle ou causando danos.

Entre as medidas apontadas para conter o avanço estão o reforço da biossegurança, a detecção precoce e o monitoramento de longo prazo. As ações buscam impedir que novas ocorrências se estabeleçam e reduzir os impactos das espécies já classificadas como invasoras.

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Espécies exóticas são aquelas introduzidas fora de sua área de distribuição natural. As invasoras formam um grupo específico: são espécies exóticas que conseguem se proliferar sem controle e provocar danos ecológicos, econômicos ou à saúde humana.

Série de 2011 a 2025 mostra salto de 26 para 82 espécies

Em 2011, o registro inicial da série era de 26 espécies exóticas de moluscos no Brasil. Em 2025, o número chegou a 82. A diferença representa crescimento de 215% no período de 15 anos.

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O recorte abrange o território nacional e compara o total de espécies catalogadas no início e no fim da série. O avanço de 26 para 82 registros mede a ampliação do conjunto conhecido, enquanto a classificação das 20 invasoras identifica o grupo associado a danos e riscos concretos.

O montante estimado para combater essas espécies invasoras no Brasil chega a US$ 10 milhões, aproximadamente R$ 51 milhões. O valor se refere às ações de controle e não deve ser aplicado indistintamente ao conjunto das 82 espécies exóticas.

Controle prioriza biossegurança, detecção e monitoramento

O foco prático recai sobre as 20 espécies invasoras, e não sobre todas as 82 espécies exóticas registradas. Biossegurança, detecção precoce e monitoramento de longo prazo são as medidas indicadas para limitar novas introduções e reduzir ameaças ao agro e à infraestrutura.


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