quarta-feira, 15 de julho de 2026
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Copa do Mundo 2026

Ex-zagueiro croata Dario Šimić, 3º lugar na Copa de 1998, é preso por suspeita de corrupção

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • A detenção ocorreu em Zagreb, capital da Croácia, nesta terça-feira (14).
  • A suspeita recai sobre irregularidades em licenças para acampamentos turísticos.
  • A defesa do ex-zagueiro ainda não se manifestou sobre o caso.
  • Šimić migrou para o setor de turismo após encerrar a carreira nos gramados.

O ex-zagueiro da seleção croata Dario Šimić foi preso nesta terça-feira (14) em Zagreb, capital da Croácia, sob suspeita de corrupção em licenças do setor turístico.

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A detenção foi confirmada pela agência de notícias croata Hina, que apontou envolvimento do ex-atleta em irregularidades na concessão de licenças para acampamentos turísticos. Šimić, de 50 anos, é um dos nomes históricos do futebol croata e fez parte da seleção que conquistou o terceiro lugar na Copa do Mundo de 1998, na França.

Até o momento, a defesa do ex-jogador não se manifestou, e os valores da suposta propina não foram divulgados pelas autoridades. A imprensa local noticiou que a prisão ocorreu no âmbito de uma investigação sobre corrupção administrativa no setor de turismo.

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Carreira e transição para o turismo

Dario Šimić atuou como zagueiro em clubes como Dínamo Zagreb, Inter de Milão e Monaco, além de ter disputado três Copas do Mundo pela Croácia (1998, 2002 e 2006). Após encerrar a carreira, migrou para o setor de turismo, onde passou a atuar com empreendimentos de hospedagem e lazer.

A seleção croata segue em evidência na Copa do Mundo de 2026, como mostrou o PIRANOT ao cobrir a partida contra o Panamá, que marcou a aproximação de Luka Modric do jogo 200 pela equipe nacional.

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Próximos passos

Šimić permanece sob custódia enquanto a investigação avança. A Justiça croata ainda não definiu se haverá pedido de prisão preventiva ou se o ex-jogador responderá em liberdade. O caso reacende o debate sobre a conduta de ex-atletas que ingressam no setor público e privado após a aposentadoria.

As autoridades croatas não informaram prazo para a conclusão do inquérito nem detalharam se há outros investigados no mesmo esquema.


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