sexta-feira, junho 26
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Economia

Viveo aprova aumento de capital de até R$ 869,7 mi para reduzir dívida

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Preço definido implica deságio de 29,7% sobre a cotação de mercado
  • Piso de subscrição condiciona a homologação parcial da operação
  • Companhia busca reestruturar capital em meio à alta alavancagem no setor de saúde
  • DNA Capital participa do movimento de reforço financeiro
  • Material divulgado não informa a diluição dos acionistas atuais

O conselho de administração da Viveo aprovou nesta sexta-feira (26) um aumento de capital de até R$ 869,7 milhões, com o objetivo de reduzir o endividamento líquido da companhia. A operação prevê a subscrição privada de até 966,4 milhões de ações ao preço unitário de R$ 0,90.

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O valor mínimo garantido é de R$ 427 milhões, correspondente à subscrição de pelo menos 474,4 milhões de ações pela consultoria DNA Capital, mediante a capitalização de créditos decorrentes de debêntures da própria Viveo. A integralização dos novos papéis poderá ser feita à vista ou por meio dessa conversão de créditos.

Operação mira alívio da dívida

A capitalização entra no contexto de pressão financeira sobre a distribuidora hospitalar. Conforme apurado, a Viveo tenta evitar o vencimento antecipado de debêntures — o que torna o reforço de capital uma ferramenta estratégica para renegociar obrigações e recuperar capacidade de investimento.

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A aprovação do conselho autoriza a homologação parcial do aumento já a partir do piso de R$ 427 milhões. Caso a operação atinja o teto de R$ 869,7 milhões, a entrada de recursos será mais que o dobro do mínimo garantido, ampliando o efeito de desalavancagem sobre a estrutura de capital da empresa.

Subscrição e homologação são os próximos passos

A execução da subscrição privada e a homologação do valor final são os próximos passos da operação. A companhia deverá seguir as regras aplicáveis da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para ofertas privadas e divulgação ao mercado.

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O intervalo entre o piso e o teto — de R$ 427 milhões a R$ 869,7 milhões — definirá o volume efetivo de caixa, o impacto sobre o endividamento e o grau de diluição dos acionistas que não participarem da subscrição.


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