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Economia

BNDES libera R$ 57,7 milhões para armazém de grãos da Copacol no Paraná

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Recursos serão usados na construção de uma unidade para receber, secar e escoar grãos.
  • Projeto fica em Realeza, no Sudoeste do Paraná, área de forte produção agropecuária.
  • Operação integra linhas do Plano Safra voltadas à infraestrutura rural.
  • Unidade deve criar 95 empregos, segundo dados do projeto aprovado.
  • Banco não informou prazo de conclusão nem capacidade prevista do armazém.

O BNDES aprovou R$ 57,7 milhões para a Copacol construir uma unidade de armazenagem de grãos em Realeza, no Sudoeste do Paraná. A operação, divulgada nesta sexta-feira (26), integra o Plano Safra 2025/26 e usa linhas voltadas à infraestrutura agropecuária.

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O financiamento reforça a expansão logística da cooperativa — apresentada como a mais antiga do Brasil — em uma região onde armazenagem, secagem e escoamento pesam diretamente sobre a rentabilidade do produtor rural. A nova unidade deve gerar 95 empregos, segundo o projeto aprovado.

Por que Realeza importa

A escolha de Realeza coloca o investimento no Sudoeste paranaense, região estratégica para a produção de grãos. Nessa cadeia, a logística interfere no custo de transporte, na capacidade de segurar produto após a colheita e no poder de negociação de cooperativas e produtores.

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A Copacol atua no oeste do Paraná em cadeias como café, leite e grãos, com investimentos recorrentes em modernização. O novo financiamento se soma a essa estratégia ao direcionar recursos para armazenagem — etapa que reduz perdas operacionais e melhora o fluxo entre colheita, secagem e comercialização.

Plano Safra e crédito público

O projeto aprovado pelo BNDES usa linhas associadas ao Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) e ao Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop), ambos voltados a reduzir o déficit de armazenagem agrícola no país.

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A operação acompanha uma sequência de aprovações do banco para investimento produtivo. Nesta semana, o BNDES aprovou R$ 618 milhões para uma usina de etanol de cereais da Aroeira em Minas Gerais, outro projeto ligado à expansão agroenergética.

A próxima etapa é a contratação e execução do projeto. O BNDES não divulgou o prazo de conclusão da obra nem a capacidade estática prevista para o armazém — dados que definirão o impacto real sobre o escoamento da produção regional.


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