domingo, 19 de julho de 2026
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Recuo na semana encerrada em 29 de maio foi quase três vezes maior que a previsão de analistas.

Estoques de petróleo dos EUA caem 7,9 mi de barris, diz DoE

Recuo na semana encerrada em 29 de maio foi quase três vezes maior que a previsão de analistas.

· 2 min de leitura · Atualizado em 04.06.2026 · NEXUS A.I. do PIRANOT e Júnior Cardoso

Pontos-chave

  • Em Cushing, ponto de entrega dos contratos futuros de petróleo nos EUA, o volume recuou 583 mil barris e fechou em 22,441 milhões.
  • Com o resultado, os estoques comerciais americanos somaram 433,712 milhões de barris.
  • Os estoques de gasolina subiram 3,364 milhões de barris e foram a 214,955 milhões.
  • Em 20 de maio, o DoE havia registrado baixa de 7,863 milhões de barris.
  • Na semana encerrada em 22 de maio, o recuo foi menor, de 3,327 milhões de barris, abaixo do esperado pelo mercado.

Os estoques comerciais de petróleo dos Estados Unidos caíram 7,974 milhões de barris na semana encerrada em 29 de maio, recuo quase três vezes maior que o previsto por analistas, informou nesta quarta-feira (3) o Departamento de Energia dos EUA (DoE).

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O mercado projetava queda de 3,3 milhões de barris. Com o resultado, os estoques comerciais americanos somaram 433,712 milhões de barris. Em Cushing, ponto de entrega dos contratos futuros de petróleo nos EUA, o volume recuou 583 mil barris e fechou em 22,441 milhões.

Terceira queda seguida e gasolina em alta

É a terceira semana consecutiva de recuo. Em 20 de maio, o DoE havia registrado baixa de 7,863 milhões de barris. Na semana encerrada em 22 de maio, o recuo foi menor, de 3,327 milhões de barris, abaixo do esperado pelo mercado.

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O movimento do petróleo bruto não se repetiu nos derivados. Os estoques de gasolina subiram 3,364 milhões de barris e foram a 214,955 milhões. Os destilados avançaram 1,502 milhão e somaram 102,301 milhões. A reserva estratégica dos EUA caiu 7,993 milhões de barris e fechou em 357,119 milhões. Os números são preliminares e podem ser revisados em boletins seguintes.

A divulgação ocorre em um cenário internacional já pressionado por restrições de oferta. O fechamento do Estreito de Ormuz entrou no terceiro mês e levou o barril a US$ 97, fator que amplia a atenção do mercado sobre estoques e rotas de abastecimento.

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Brasil acompanha cotações externas

O efeito sobre os combustíveis no Brasil não é automático. O país é importador líquido de derivados e acompanha cotações externas, mas eventual repasse depende da política comercial da Petrobras, monitorada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), que acompanha os estoques nacionais em base mensal. O próximo boletim semanal do Departamento de Energia está previsto para 10 de junho.

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