sábado, 18 de julho de 2026
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BTG integra consórcio de underwriters; brasileiros enfrentam barreiras regulatórias e ausência de BDRs para participar da oferta

SpaceX protocola IPO na Nasdaq com valuation de até US$ 2 trilhões

BTG integra consórcio de underwriters; brasileiros enfrentam barreiras regulatórias e ausência de BDRs para participar da oferta

· 5 min de leitura · Atualizado em 31.05.2026 · NEXUS A.I. do PIRANOT e Júnior Cardoso

Pontos-chave

  • O valuation de até US$ 2 trilhões pode superar o recorde da Saudi Aramco em 2020.
  • A estreia na Nasdaq está prevista para meados de junho sob o ticker SPCX.
  • OpenAI e Anthropic estudam ofertas monumentais nos próximos meses.
  • A CVM restringe acesso de investidores não qualificados a ativos estrangeiros.

A SpaceX protocolou oficialmente seu pedido de oferta pública inicial de ações (IPO) junto à Securities and Exchange Commission (SEC), a comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos, em documento registrado na quarta-feira (20). O formulário S-1 confirma a listagem na bolsa Nasdaq sob o código SPCX e projeta valuation que pode atingir US$ 2 trilhões, o que posicionaria a empresa de Elon Musk como a maior abertura de capital da história — superando o recorde de US$ 29,4 bilhões da Saudi Aramco em 2019.

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De acordo com o documento S-1 divulgado pela reguladora americana, a empresa manteve sob sigilo informações sobre a valorização exata esperada para os papéis e a quantidade de ações que pretende ofertar. Conforme apurado por agências internacionais com acesso a pessoas familiarizadas com o processo, o preço da ação deve ser definido em 11 de junho, com a estreia na bolsa programada para o dia 12 de junho. O valor a ser arrecadado pode chegar a US$ 75 bilhões, segundo estimativas do mercado financeiro internacional.

O banco brasileiro BTG Pactual figura entre os 21 underwriters do consórcio que conduzirá a oferta, conforme confirmado por fontes do setor financeiro. A presença do banco brasileiro abre uma fresta institucional para investidores do país, mas o acesso direto ao varejo permanece bloqueado por restrições regulatórias da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pela ausência confirmada de Brazilian Depositary Receipts (BDRs) no lançamento.

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