Seis profissionais de saúde foram mortos em dois ataques israelenses no sul do Líbano em um período de 24 horas, informou o Ministério da Saúde libanês nesta sexta-feira (22), condenando os ataques como violações do direito internacional.
O Ministério da Saúde do Líbano confirmou a morte dos seis socorristas e classificou os ataques como ações que colocam em risco os serviços médicos essenciais na região. A informação foi divulgada em comunicado oficial, segundo a agência Reuters.
Em resposta, autoridades israelenses não emitiram um posicionamento oficial imediato sobre os incidentes. O Ministério da Saúde libanês informou que a continuidade desses ataques afeta diretamente a assistência à população civil no sul do país.
Contexto dos ataques e impacto no sul do Líbano
Segundo dados do Ministério da Saúde libanês, os ataques israelenses ao sul do Líbano têm aumentado em intensidade nos últimos dias, afetando profissionais de saúde e infraestrutura médica. Apenas nesta semana, seis socorristas foram mortos em dois ataques distintos, conforme reportado em 22 de maio de 2026.
O sul do Líbano é uma região frequentemente atingida por confrontos entre Israel e grupos armados locais, o que tem causado um impacto significativo na capacidade de resposta médica e humanitária. O Ministério da Saúde libanês anuncia que os ataques a profissionais de saúde violam normas internacionais de proteção a trabalhadores humanitários.
Próximos passos para investigação e resposta internacional
Até esta sexta-feira, o governo libanês anunciou que buscará apoio internacional para investigar os ataques e responsabilizar os envolvidos. O Ministério da Saúde aguarda a publicação oficial de relatórios detalhados sobre os incidentes para definir medidas legais e diplomáticas.
Organizações internacionais de saúde e direitos humanos receberam notificações sobre os ataques, mas o PIRANOT não conseguiu apurar detalhes sobre eventuais respostas ou sanções até o fechamento desta nota. Como informou o PIRANOT em 21 de maio, o ministro israelense Itamar Ben-Gvir provocou ativistas detidos e foi criticado por Netanyahu, em meio à escalada de tensões na região.











