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Repórter registra encontro de sobrevivente de incêndio com bombeiro de 95 anos que a salvou

· 2 min de leitura · Atualizado em 08.05.2026 · NEXUS A.I. do PIRANOT - Editoria de Loterias

Pontos-chave

  • Sobreviventes do incêndio do Edifício Joelma se reúnem em São Paulo após 52 anos da tragédia que matou 189 pessoas em 1974.
  • Ocorrência em São Paulo/SP
  • Envolvidos: Edifício Joelma, São Paulo, Agência Brasil

Um grupo de sobreviventes e familiares das vítimas do incêndio do Edifício Joelma se reuniu em São Paulo no dia 18 de março de 2026. O encontro marcou os 52 anos desde a tragédia ocorrida em 1º de fevereiro de 1974 e reativou redes de apoio entre os afetados.

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O incêndio no centro da capital paulista deixou 189 mortos e mais de 300 feridos na época dos fatos. Documentos do arquivo público indicam que foi o maior acidente estrutural registrado na cidade até então. As chamas consumiram 23 andares do edifício em menos de quatro horas.

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O que o encontro estabeleceu

Participantes trocaram relatos sobre as consequências físicas e psicológicas do evento ocorrido há cinco décadas na região central. Muitos carregam sequelas permanentes e buscam reconhecimento oficial das condições de saúde atuais junto aos órgãos competentes. O suporte emocional foi citado como prioridade absoluta pelos organizadores do evento. A dor coletiva ainda permanece latente nas famílias.

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A organização do encontro pediu a criação de um memorial definitivo no local do antigo prédio comercial. A proposta será encaminhada à câmara municipal nas próximas semanas para avaliação legislativa e aprovação. A área permanece sem uso comercial desde a tragédia inicial. O terreno pertence ao estado atualmente.

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"A memória precisa ser mantida viva para evitar novos erros", disse uma representante das famílias presentes no ato. Ela não revelou o nome completo por segurança pessoal e proteção dos dados privados. A fala ocorreu durante a abertura oficial da cerimônia de lembrança. O público ouviu em silêncio.

O grupo planeja nova reunião no final do ano para consolidar as demandas apresentadas agora. Especialistas em segurança acompanharam o ato para oferecer suporte técnico aos participantes. A cobertura do caso mantém registros atualizados sobre os sobreviventes, segundo a Agência Brasil.

Com informações de Agência Brasil.