quarta-feira, junho 3
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Brasil

Justiça manda prender de novo PMs que mataram jovem em Piracicaba

Júnior César Rodrigues e Leonardo Machado Prudêncio respondiam em liberdade desde dezembro de 2025; íntegra da decisão ainda não foi localizada.

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT e Júnior Cardoso

Pontos-chave

  • Gabriel Junior Oliveira Alves da Silva tinha 22 anos e morreu com tiro na cabeça durante abordagem na Vila Sônia
  • A decisão anterior permitia que os policiais respondessem em liberdade com medidas cautelares
  • A íntegra da nova ordem ainda não aparece no sistema do TJ-SP, segundo as informações disponíveis
  • A defesa dos acusados e o cumprimento dos mandados ainda não constam dos registros localizados

A Justiça de São Paulo determinou nesta quarta-feira (3) a nova prisão dos policiais militares Júnior César Rodrigues e Leonardo Machado Prudêncio, acusados de matar a tiros Gabriel Junior Oliveira Alves da Silva, de 22 anos, em abordagem em Piracicaba. Os dois respondiam em liberdade desde dezembro de 2025, quando obtiveram cautelares.

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A íntegra da decisão, com número do processo, relator e fundamentos jurídicos, ainda não foi localizada no sistema do TJ-SP. Sem o documento, não é possível afirmar se a preventiva foi decretada por descumprimento das cautelares, por novo elemento processual ou por revisão de mérito do caso.

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O que se sabe sobre a morte de Gabriel

Gabriel foi morto com um tiro na cabeça em 1º de abril de 2025, por volta das 19h30, na Rua Raul Ataíde, na Vila Sônia, durante uma abordagem da Polícia Militar. Dois dias depois, em 3 de abril, a Secretaria da Segurança Pública afastou os dois PMs envolvidos na ocorrência.

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Desde então, o processo passou por prisão temporária, soltura e, em dezembro de 2025, decisão da juíza Nair Costa Gomes que concedeu liberdade provisória mediante medidas cautelares. A ordem desta quarta-feira reverte esse cenário e recoloca os dois policiais no regime de prisão preventiva.

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O que ainda falta confirmar

Três pontos seguem em aberto e devem orientar o próximo capítulo do caso: a publicação da íntegra da decisão no TJ-SP, o cumprimento dos mandados — incluindo onde os policiais ficarão custodiados — e a manifestação da defesa, que até a publicação desta reportagem não havia sido divulgada. Procurada, a Secretaria da Segurança Pública não havia se pronunciado sobre o cumprimento das ordens.