sábado, 25 de julho de 2026
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Hatch elétrico entra na linha do Complexo Ayrton Senna após seis meses de vendas e fila de até 90 dias.

Geely confirma produção do EX2 no Paraná até o fim de 2026

Hatch elétrico entra na linha do Complexo Ayrton Senna após seis meses de vendas e fila de até 90 dias.

· 2 min de leitura · Atualizado em 04.06.2026 · NEXUS A.I. do PIRANOT e Júnior Cardoso

Pontos-chave

  • A Geely vai produzir o hatch elétrico EX2 no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR), até o fim de 2026.
  • A confirmação pública ocorreu em 2 de junho, com prazo de montagem fixado para o fim do ano no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais.
  • O EX2 é construído sobre a plataforma GEA, sigla para Global Intelligent Electric Architecture, tem tração traseira, motor de 116 cv e autonomia de 289 km homologada pelo Inmetro.
  • Concorrência no segmento elétrico Hoje importado, o EX2 é vendido por R$ 123.800 na versão Pro e R$ 136.800 na Max.
  • A Renault Geely não informou valor de investimento, número de empregos, índice de nacionalização de componentes nem data de partida da linha.

A Geely vai produzir o hatch elétrico EX2 no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR), até o fim de 2026. O anúncio antecipa um passo industrial que não estava no plano original do modelo, lançado no Brasil em novembro de 2025.

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A nacionalização foi confirmada pelo presidente da Renault Geely no Brasil, Ariel Montenegro, e amplia a operação da joint venture criada para fabricar modelos chineses na estrutura da Renault no Paraná. O EX2 passa a ser o segundo veículo da parceria com produção local anunciada, depois do SUV híbrido EX5 EM-i, único previsto no plano inicial.

A aceleração do calendário industrial responde ao desempenho comercial: o EX2 somou 4.321 emplacamentos em maio de 2026 e acumulou fila de espera de até 90 dias desde o lançamento. Na China, o modelo vendeu mais de 460 mil unidades em 2025.

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Por que o EX2 entrou na linha da Renault

A decisão de fabricar o hatch no Brasil foi tomada em março de 2026, quatro meses depois do lançamento comercial. A confirmação pública ocorreu em 2 de junho, com prazo de montagem fixado para o fim do ano no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais.

O EX2 é construído sobre a plataforma GEA, sigla para Global Intelligent Electric Architecture, tem tração traseira, motor de 116 cv e autonomia de 289 km homologada pelo Inmetro. A configuração hoje importada deve servir de base para a versão nacional.

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Concorrência no segmento elétrico

Hoje importado, o EX2 é vendido por R$ 123.800 na versão Pro e R$ 136.800 na Max. A produção nacional posiciona a Geely para enfrentar a BYD Dolphin e o recém-chegado GAC Aion UT, em pré-venda no país, num momento em que o hatch elétrico se firma como porta de entrada da eletrificação no varejo brasileiro.

A Renault Geely não informou valor de investimento, número de empregos, índice de nacionalização de componentes nem data de partida da linha. A empresa também não indicou se a montagem em São José dos Pinhais terá efeito sobre os preços de tabela praticados na fase de importação.