segunda-feira, 20 de julho de 2026
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Meio-ambiente

Incêndio na Espanha queima 13 mil hectares perto de Madri

· 3 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • O fogo começou em 16 de julho e atinge o Parque Nacional da Sierra Norte.
  • A Espanha enfrenta uma série de incêndios agravados por seca severa e ondas de calor.
  • Em 9 de julho, outro incêndio na Andaluzia deixou 13 mortos e queimou 7.000 hectares.
  • Um foco em Zaragoza, iniciado em 15 de julho, já destruiu 15 mil hectares.

Um incêndio florestal iniciado em 16 de julho em La Mierla, na província espanhola de Guadalajara, queima 13 mil hectares neste domingo (19) e afeta mais de 700 pessoas.

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O dado central foi informado pelo Serviço de prevenção e extinção de incêndios de Castilla-La Mancha, órgão regional responsável pela resposta ao desastre. A área fica a cerca de 100 km ao norte de Madri e inclui zonas de valor ambiental na Sierra Norte.

A operação mobiliza 350 bombeiros e 25 aeronaves, além de apoio da Unidade Militar de Emergência (UME), força espanhola acionada em desastres naturais. O balanço disponível não atribui causa ao início do fogo e não informa um plano específico para espécies ameaçadas do Parque Nacional da Sierra Norte.

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Guadalajara concentra a nova frente após incêndios na Andaluzia e em Zaragoza

A sequência de incêndios na Espanha começou em 9 de julho, com uma ocorrência na Andaluzia que deixou 13 mortos e queimou 7.000 hectares, conforme os dados reunidos no balanço consolidado da apuração. Primeiras atualizações da imprensa, como a publicada por O Globo, registraram números menores antes da consolidação do total de vítimas.

Em 15 de julho, outro incêndio começou em Zaragoza e atingiu 15 mil hectares. Um dia depois, em 16 de julho, o foco de La Mierla, em Guadalajara, passou a concentrar a atenção das autoridades regionais pela área queimada, pelo deslocamento de moradores e pela proximidade de áreas de preservação.

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A Espanha enfrenta seca severa e sucessivas ondas de calor no verão de 2026, condição que aumenta a vulnerabilidade de áreas florestais a incêndios de grande proporção. A nova onda de calor prevista para terça-feira pressiona a operação antes de uma contenção completa divulgada pelas autoridades.

A frente espanhola se soma a uma temporada europeia de incêndios acompanhada pelo PIRANOT. Em 10 de julho, o portal mostrou que a França havia registrado 25 mil hectares queimados por incêndios florestais, após evacuações e avanço do fogo em áreas rurais.

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Combate segue com 25 aeronaves e abrigo a moradores desalojados

A província de Guadalajara e a comunidade de Castilla-La Mancha coordenam a logística de abrigos para mais de 700 pessoas desalojadas ou afetadas pelo incêndio. O número exato de moradores retirados de cada aldeia não foi detalhado no balanço regional disponível.

A Unidade Militar de Emergência atua em múltiplas frentes no país, enquanto os serviços regionais mantêm bombeiros e aeronaves na área de La Mierla. A mobilização militar reforça a resposta local, mas o custo operacional da operação não foi divulgado pelas autoridades espanholas.

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Relatos da imprensa espanhola e internacional, reproduzidos por veículos como UOL, descrevem o incêndio como difícil de debelar. A classificação reforça a pressão sobre as equipes antes da próxima alta de temperatura, mas não substitui balanços oficiais sobre contenção.

Os próximos pontos dependem de publicação das autoridades espanholas: atualização da área queimada, número detalhado de desalojados por localidade, medidas adicionais antes da onda de calor de terça-feira e eventual plano de proteção ambiental para a Sierra Norte.


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