França, Espanha, Argentina e Inglaterra entram em campo nas semifinais da Copa do Mundo de 2026 com um prêmio recorde em jogo. A Fifa pagará US$ 50 milhões (cerca de R$ 530 milhões) ao campeão, o maior valor já oferecido na história do torneio.
Os dois finalistas já têm garantidos ao menos US$ 87 milhões (R$ 446 milhões) cada, mas o título vale um acréscimo de US$ 50 milhões. O montante destinado apenas ao primeiro colocado equivale a 14,64% do orçamento municipal de Piracicaba para 2026, de R$ 3,62 bilhões.
A competição, primeira com 48 seleções, elevou as receitas de transmissão e patrocínios, permitindo à entidade ampliar a premiação total para US$ 727 milhões (R$ 3,7 bilhões), segundo a Fifa. O domínio de europeus e sul-americanos já havia se confirmado nas oitavas de final, como mostrou o PIRANOT.
Premiação recorde
Além do campeão, os demais semifinalistas também recebem valores históricos. O vice-campeão ficará com US$ 33 milhões (R$ 349 milhões), o terceiro colocado com US$ 29 milhões (R$ 307 milhões) e o quarto com US$ 27 milhões (R$ 286 milhões), conforme a tabela oficial da Fifa.
Os valores em reais podem variar conforme a cotação do dólar no momento do pagamento. A entidade não especifica se os montantes serão transferidos de uma só vez ou em parcelas.
Destino do dinheiro
A Fifa não detalha como as federações nacionais distribuem o prêmio entre jogadores, comissão técnica e investimentos na base. Em 2022, a CBF repassou parte dos US$ 42 milhões recebidos pelo título aos atletas, mas cada país adota critérios próprios.
As semifinais ocorrem nesta terça-feira (14), com França x Espanha em Dallas, e na quarta (15), com Argentina x Inglaterra. A final está marcada para 19 de julho, em Nova York.











