quinta-feira, julho 9
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Copa do Mundo 2026

Cristiano Ronaldo deixa Copa do Mundo e foca nos 1.000 gols na carreira

· 3 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Cristiano Ronaldo encerrou sua trajetória em Copas do Mundo com a eliminação de Portugal para a Espanha nas oitavas de final do torneio de 2026, na segunda-feira (6).
  • A contagem inclui tentos por Sporting, Manchester United, Real Madrid, Juventus, Al-Nassr e seleção portuguesa.
  • Na mesma publicação, Ronaldo comparou a Eurocopa à Copa do Mundo, afirmando que "são torneios diferentes, mas ambos muito especiais".
  • A meta dos 1.000 gols A busca pelo milésimo gol já era declarada por Ronaldo antes do Mundial.
  • Em junho de 2025, ele renovou contrato com o Al-Nassr até 2027, com salário anual de 400 milhões de euros (cerca de R$ 2,5 bilhões), justamente para perseguir a marca e disputar a Copa de 2026.

Cristiano Ronaldo encerrou sua trajetória em Copas do Mundo com a eliminação de Portugal para a Espanha nas oitavas de final do torneio de 2026, na segunda-feira (6). Aos 41 anos, o atacante agora concentra esforços na marca de 1.000 gols na carreira.

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Em publicação nas redes sociais na quarta-feira (8), o jogador confirmou que aquela foi sua última partida em Mundiais. “Consciência tranquila. Dei o meu melhor”, escreveu. A despedida ocorreu após a derrota por 1 a 0 no BMO Field, em Toronto, no Canadá.

Com os três gols marcados nesta edição da Copa — dois na fase de grupos, quando se tornou o maior artilheiro da história de Portugal em Copas —, Ronaldo chegou a 976 gols em partidas oficiais, restando 24 para o milésimo. A contagem inclui tentos por Sporting, Manchester United, Real Madrid, Juventus, Al-Nassr e seleção portuguesa.

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Fim de uma era em Copas

O camisa 7 disputou seis edições consecutivas do torneio (2006 a 2026), igualando o recorde de participações. Ao todo, foram 11 gols em 27 jogos, mas nenhum em oito partidas de mata-mata — outro recorde negativo que ele agora divide com outros jogadores.

A eliminação para a Espanha marcou o terceiro torneio seguido em que Portugal cai nas oitavas de final. Ronaldo, que estreou em Copas aos 21 anos, deixa o torneio como um dos maiores artilheiros da história da competição, embora nunca tenha balançado as redes em fases eliminatórias. O jejum contrasta com sua eficiência em fases de grupo, onde marcou todos os seus 11 gols.

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Na mesma publicação, Ronaldo comparou a Eurocopa à Copa do Mundo, afirmando que “são torneios diferentes, mas ambos muito especiais”. A declaração reforça que o jogador não pretende se aposentar da seleção portuguesa para outras competições.

A meta dos 1.000 gols

A busca pelo milésimo gol já era declarada por Ronaldo antes do Mundial. Em junho de 2025, ele renovou contrato com o Al-Nassr até 2027, com salário anual de 400 milhões de euros (cerca de R$ 2,5 bilhões), justamente para perseguir a marca e disputar a Copa de 2026.

Agora, restam 24 gols. O Al-Nassr ainda não divulgou o calendário completo do segundo semestre de 2026, mas a equipe disputa o Campeonato Saudita e outras competições, o que deve oferecer dezenas de partidas para o português. Na temporada passada, o clube realizou mais de 40 jogos oficiais.

Ronaldo não anunciou aposentadoria da seleção portuguesa para jogos não-Copa, mas sua continuidade ainda é incerta. Aos 41 anos, o atacante mantém a forma física e a ambição que o levaram a ser cinco vezes vencedor da Bola de Ouro.

A próxima temporada europeia começa em agosto, e o atacante deve se reapresentar ao clube saudita nas próximas semanas para iniciar a pré-temporada. A expectativa é que ele alcance a marca histórica ainda em 2026, caso mantenha a média de gols dos últimos anos.


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