A Cimed destinou R$ 60 milhões em mídia televisiva para a Copa do Mundo 2026, com inserções em programas da Globo como “Domingão com Huck”, “Mais Você”, “É de Casa”, “Encontro” e “Esporte Espetacular”. O investimento integra um pacote de R$ 200 milhões em ativações da farmacêutica, patrocinadora oficial da Seleção Brasileira, no torneio disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.
A estratégia concentra o foco nas marcas Super, de cuidados pessoais, e Lavitan, de vitaminas e suplementos. A empresa projeta faturar R$ 2 bilhões durante a Copa e movimentar 200 milhões de unidades entre maio e julho, com crescimento de 45% nas vendas durante os jogos do Brasil.
A aposta vai na contramão do varejo. O CEO da Cimed, João Adibe, afirma que o comércio costuma registrar queda de vendas nos dias de jogos da Seleção, com consumidores reunidos em bares e festas. “Se ela avançar até a final e jogar oito jogos, são oito dias de vendas perdidos. Para o varejo isso é muito forte”, disse o executivo.
Para reverter o cenário, a Cimed lançou a campanha “Brasil Jogou, Sua Compra Dobrou”, que oferece uma segunda unidade gratuita aos clientes que consumirem produtos de marcas como Lavitan, João e Maria e Carmed. A ação será mantida ao longo de toda a Copa.
Renovação com a CBF
A Cimed renovou em março de 2024 o patrocínio das seleções brasileiras masculina e feminina com a Confederação Brasileira de Futebol por R$ 100 milhões, com vigência até 2027. O vínculo garante exposição da marca durante partidas de alta audiência no ciclo que inclui a Copa de 2026.
A edição deste ano é a maior da história do torneio, com 48 seleções em três países-sede. Para a Cimed, o investimento em televisão representa o primeiro de grande escala de uma empresa brasileira voltado ao evento.










