quinta-feira, junho 25
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Economia

Governo lança rede privativa de comunicação para órgãos federais com R$ 1 bilhão

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • O Ministério das Comunicações declarou que a rede privativa entrou em operação nesta quinta-feira (25/6) para uso exclusivo de órgãos federais.
  • O arranjo foi anunciado com R$ 1 bilhão e prevê tráfego estratégico em infraestrutura dedicada com camada de nuvem oficial.
  • A decisão segue o desenho do edital de 5G e integra o plano de modernização das comunicações governamentais.
  • A mudança busca tirar dados sensíveis da dependência de redes comerciais e elevar governança e segurança nos fluxos oficiais.
  • O ministério não divulgou ainda capacidade de banda, latência, cobertura ou número de usuários da nova malha.

O Ministério das Comunicações iniciou nesta quinta-feira (25/6) a operação de uma rede de comunicação privativa para órgãos federais, com investimento de R$ 1 bilhão. A infraestrutura combina uma malha de comunicação dedicada com uma camada de nuvem governamental, destinada ao uso exclusivo da administração pública federal.

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O projeto estava previsto no edital do leilão do 5G, que determinou a modernização das comunicações governamentais e a criação de um tráfego mais seguro para o Estado. A iniciativa busca deslocar dados sensíveis da dependência de redes comerciais para uma malha com governança restrita, reduzindo vetores de interceptação em comunicações estratégicas.

Na prática, o arranjo concentra o controle do fluxo de dados operacionais dentro de uma infraestrutura gerida pelo poder público. A direção anunciada pelo ministério é ampliar a soberania sobre informações estratégicas e diminuir a exposição da administração a falhas em redes de terceiros — um ponto sensível depois que incidentes recentes expuseram fragilidades digitais em serviços públicos.

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O que ainda falta definir

O ministério não detalhou critérios técnicos de capacidade, como banda, latência e volume de usuários suportados. Também não foi divulgado o cronograma de migração por órgão, com metas e ordem de entrada de cada secretaria e autarquia na nova malha.

O próximo marco esperado é a publicação formal dessas etapas, que deve incluir contratos com fornecedores e regras de soberania de dados. Até lá, o efeito nacional da infraestrutura permanece sem mensuração completa, pois depende de como cada órgão se conectará à rede e em que prazo.

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