sexta-feira, junho 5
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Política

França mantém foco no Senado e resiste a ser vice de Haddad

Ex-ministro mantém pré-candidatura em SP e expõe disputa entre PT e PSB pela chapa de Haddad.

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT e Júnior Cardoso

Pontos-chave

  • PT quer o ex-ministro como vice de Fernando Haddad na disputa pelo governo paulista em 2026.
  • PSB defende que o aliado concorra a uma vaga no Senado e negocia espaço na chapa.
  • Lula atua pela composição desde segunda-feira, segundo relatos do noticiário político.
  • São Paulo é prioridade por ter o maior eleitorado do país e peso na estratégia nacional.

Márcio França manteve, nesta sexta-feira (5), a pré-candidatura ao Senado por São Paulo. Em publicação nas redes, o ex-ministro escreveu: “Sigo com minha pré-candidatura ao Senado”, e recolocou em evidência a discussão sobre seu lugar na disputa de 2026 com Fernando Haddad.

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O recado recoloca em tensão a negociação entre PT e PSB. O PT avalia França para a vice de Haddad em São Paulo, enquanto o PSB insiste em preservá-lo como candidato ao Senado no estado, um ponto que pesa na arquitetura da aliança.

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Em 2026, São Paulo continua sendo o tabuleiro decisivo: é o maior colégio eleitoral do país, e o arranjo da chapa depende de combinação política fina entre as siglas. Qualquer definição sobre a vice precisa preservar base, disciplina de aliados e leitura de competitividade para o pleito estadual.

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Há ainda o histórico de França no estado. Ele foi vice de João Doria entre 2019 e 2022, chegou a assumir interinamente o governo paulista e, por isso, mantém forte trânsito político no cenário local. A candidatura ao Senado, para o PSB, também é carta de projeção e de força dentro do pacto.

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Sem anúncio oficial, entram as convenções

Até o fim do dia em que a posição foi reafirmada, não houve resposta pública de Haddad nem nota formal do Planalto encerrando o impasse. O que se desenha é uma decisão política ainda em negociação e dependente de acordo entre partidos.

Na prática, o recado de França cria duas consequências imediatas: mantém pressão do PSB para garantir a vaga senatorial e mantém o PT obrigado a montar uma composição de Haddad que não rompa a base em São Paulo. O próximo passo é a formalização nas convenções e os pactos partidários para registrar a chapa.


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