sexta-feira, junho 5
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Política

Fachin mantém Nunes Marques em ação sobre CPI do Banco Master

Presidente do STF rejeita pedido de quatro senadores e deixa relatoria com ministro em caso que envolve investigação sobre o banco.

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT e Júnior Cardoso

Pontos-chave

  • Pedido de suspeição foi apresentado por Girão, Alessandro Vieira, Marcos Pontes e Plínio Valério.
  • Fachin rejeitou a solicitação por uma questão processual relacionada ao prazo.
  • A decisão não analisa o mérito da suspeição nem encerra a disputa sobre a CPI.
  • A CPI foi proposta para apurar operações do Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro.
  • A relatoria define quem conduz pedidos e organiza o ritmo inicial do caso no Supremo.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, rejeitou nesta sexta-feira (5) o pedido de quatro senadores para afastar Nunes Marques da relatoria de ação sobre a CPI do Banco Master.

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A decisão monocrática foi assinada em 3 de junho e divulgada nesta sexta. O pedido de suspeição havia sido apresentado pelos senadores Eduardo Girão, Alessandro Vieira, Marcos Pontes e Plínio Valério, que tentavam retirar Nunes Marques da condução do caso no Supremo.

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Fachin manteve o ministro na relatoria ao rejeitar o pedido por questão processual ligada ao prazo, conforme a decisão monocrática de Fachin. O ponto central é que a decisão não declara Nunes Marques suspeito nem afasta a discussão principal sobre a CPI; ela preserva, por ora, a composição do caso no tribunal.

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A disputa pela relatoria no caso Master

A CPI do Banco Master foi solicitada para apurar operações do banco controlado por Daniel Vorcaro. A manutenção de Nunes Marques na ação importa porque a relatoria define quem conduz os atos processuais, analisa pedidos e organiza o ritmo inicial da tramitação no Supremo Tribunal Federal.

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Nunes Marques foi indicado ao STF por Jair Bolsonaro em 2020. Em 2026, assumiu a presidência do Tribunal Superior Eleitoral e foi sorteado para relatar ações envolvendo o caso Master e o filme “Dark Horse”, que citam Flávio Bolsonaro, conforme também registrou a Agência Brasil.

A concentração de casos sensíveis sob relatoria do ministro ampliou o escrutínio sobre sua atuação. O PIRANOT já acompanhou outro movimento recente do ministro em decisão que reabriu execução penal de ex-deputados do Amapá, em uma sequência de despachos de impacto político e judicial.

O que ainda depende de publicação oficial

Com a rejeição do pedido, Nunes Marques segue responsável pela ação relacionada à CPI do Banco Master. O andamento prático da investigação dependerá dos próximos atos processuais no Supremo e da tramitação do pedido de comissão parlamentar no Senado.

O texto integral da decisão é o documento que pode detalhar qual prazo Fachin considerou expirado e como enquadrou o pedido dos senadores. Até a divulgação registrada nesta sexta, não havia reação oficial de Nunes Marques nas informações disponíveis.


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