Neste sábado (23), os cubanos vivem uma profunda desesperação ante a dupla asfixia que sofrem: por um lado, as sanções econômicas impulsionadas por Donald Trump e, por outro, as políticas restritivas do regime cubano, segundo o EL PAÍS.
O governo cubano encontra-se em uma situação crítica. A estratégia de Trump, que aposta na asfixia econômica para pressionar o regime, gerou um impacto severo na população civil. Segundo o EL PAÍS, essa fórmula não castiga a ditadura diretamente, mas afeta principalmente a gente comum, exacerbando a crise social e econômica.
Os cubanos expressam sua impotência ante esta situação. “¿Cómo vas a resistir si no tienes nada?”, questionam, refletindo a desesperança que atravessa a ilha. Esta percepção coincide com a afirmação de Trump de que Cuba parece estar a ponto de colapsar, embora ele mesmo tenha descartado uma intervenção militar para derrubar o governo de Havana.
O peso histórico e numérico da crise cubana
A asfixia econômica contra Cuba não é nova, mas nos últimos anos alcançou níveis críticos. A pressão começou com sanções parciais e escalou até uma asfixia quase total, que limitou severamente o acesso a bens e serviços básicos para a população, segundo o EL PAÍS.
O regime cubano, por sua vez, mantém um controle férreo sobre a economia e a sociedade, o que agrava a situação. Três décadas depois das primeiras medidas restritivas, a opção de asfixia econômica consolidou-se como um fato irreversível, de acordo com o EL PAÍS.
Perspectivas e próximos passos na crise cubana
Até o momento, não há indícios claros de mudanças nas políticas de embargo nem nas medidas internas do regime cubano. A administração estadunidense mantém a estratégia de pressão econômica, enquanto o governo de Havana continua com seu controle estrito.
O PIRANOT não conseguiu apurar detalhes sobre possíveis negociações ou mudanças nas sanções até o fechamento desta nota. A situação segue crítica e depende de futuras decisões políticas tanto em Washington como em Havana.











