Três dias de buscas em um cafezal da zona rural de Patos de Minas não conseguiram localizar qualquer vestígio do ciclista Romário Brant, de 39 anos, desaparecido desde a manhã de domingo (3). O último sinal do celular da vítima foi captado na plantação, mas as varreduras feitas por bombeiros, policiais e voluntários terminaram sem pistas.
O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais confirmou que as equipes percorreram a área indicada pelo GPS, porém ‘nenhum vestígio foi encontrado no local’. A corporação mantém as diligências, agora ampliadas para terrenos vizinhos ao cafezal, enquanto a Polícia Civil investiga o caso em paralelo.
A família de Romário intensificou a divulgação de números de contato nas redes sociais e pede que qualquer informação, por mais simples que pareça, seja comunicada às autoridades. ‘Qualquer detalhe pode fazer a diferença’, afirmou um parente em publicação compartilhada em grupos de mensagens.
Cronologia do desaparecimento
Imagens de câmeras de segurança mostram Romário pedalando sozinho no Bairro Cristo Redentor, em Patos de Minas, por volta da manhã de 3 de maio de 2026. A Polícia Civil de Minas Gerais informou que esses registros foram os últimos visuais do ciclista antes de ele deixar a área urbana.
A partir dali, o rastro se perdeu. Dados de geolocalização analisados pelos investigadores apontaram que o sinal do celular de Romário foi captado pela última vez em um cafezal na zona rural do município, mas as buscas iniciadas logo após o desaparecimento não acharam nada.
A mobilização envolveu o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar, parentes e voluntários. Até a manhã desta quarta-feira (6), nenhum item pessoal ou sinal do ciclista havia sido encontrado, conforme o Corpo de Bombeiros.
Buscas sem respostas mobilizam comunidade
As varreduras no cafezal indicado pelo GPS foram feitas repetidamente, mas o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais afirmou que ‘nenhum vestígio foi encontrado no local’. A corporação decidiu ampliar as buscas para áreas adjacentes, com apoio de cães farejadores e drones.
A Polícia Militar também integrou as diligências, enquanto grupos independentes de ciclistas e moradores se organizaram para vasculhar trilhas e estradas vicinais. A ausência de pistas mantém em aberto as hipóteses de acidente ou crime, comuns em ocorrências de desaparecimento em áreas rurais.
A família de Romário reforçou a divulgação de contatos nas redes sociais e pede que a população ajude com informações. ‘Qualquer detalhe pode fazer a diferença’, repetiu um parente, em apelo compartilhado por grupos de ciclistas da região.
Investigação da Polícia Civil e canais de denúncia
A Polícia Civil de Minas Gerais investiga o caso, mas não confirmou se o Disque Denúncia (0800 2828 197) está sendo usado especificamente para receber informações sobre Romário. O canal permanece disponível para denúncias anônimas, e a corporação orienta que qualquer dado, mesmo que pareça irrelevante, seja comunicado imediatamente.
Até o momento, não há balanço de chamados relacionados ao desaparecimento, e a falta de vestígios concretos dificulta o avanço das apurações. O último sinal de celular no cafezal não levou a qualquer pista, e a comunidade ciclista local pressiona por respostas.
A Polícia Civil segue com as buscas em conjunto com o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar. Familiares e voluntários continuam mobilizados, na expectativa de que novas informações possam surgir e levar ao paradeiro do ciclista.











