A PEC Brasil 2026 encerrou sua primeira edição nacional com marca histórica: 130 mil visitantes passaram pelo Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza, superando em 30% a meta inicial de 100 mil pessoas. A movimentação de negócios chegou a R$ 150 milhões, segundo informações divulgadas pela organização do evento, consolidando a estreia do novo formato que substituiu a PEC Nordeste no calendário agropecuário.
Em três dias de programação, a feira reuniu 270 caravanas de produtores rurais espalhadas por 50 mil m² de área expositiva, com mais de 800 animais em exposição e leilões que somaram R$ 4 milhões. Outras 19 mil pessoas participaram das palestras e capacitações técnicas realizadas em paralelo. O destaque internacional veio de 13 compradores estrangeiros — presença que, pela primeira vez na história do evento, abriu canal direto entre o produtor cearense e o mercado externo.
Nordeste na vitrine do agronegócio nacional
A mudança de nome não é cosmética. A transição de PEC Nordeste para PEC Brasil traduz uma aposta estratégica: reposicionar o agronegócio cearense como polo de referência nacional, capaz de atrair compradores internacionais e sediar congressos globais do setor. Para o produtor rural nordestino, o acesso a mercados externos sempre foi um gargalo histórico estrutural; a chegada de importadores à edição inaugural é o primeiro sinal concreto de que esse caminho começa a se encurtar.
Integrada à Feira dos Municípios, à Expocamarão e a congressos nacionais e internacionais, a PEC Brasil 2026 funcionou como plataforma multissetorial para o campo nordestino. Com público acima das expectativas, R$ 150 milhões em negócios e presença internacional confirmada, a edição inaugural encerra o ano estabelecida como referência emergente no calendário agropecuário nacional — e eleva o patamar para as próximas edições.









