segunda-feira, junho 29
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Agronegócio

Finep libera R$ 115 milhões para Horsch desenvolver máquinas agrícolas adaptadas ao Brasil

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • A trajetória da Horsch no Brasil Em 2021, a Horsch anunciou investimento de R$ 200 milhões para construir sua primeira fábrica no Brasil, em Curitiba.
  • A Finep Inovação aprovou R$ 115 milhões para a fabricante alemã Horsch desenvolver máquinas agrícolas com foco em automação e conectividade, adaptadas às condições do agronegócio brasileiro.
  • A Horsch é referência em máquinas de plantio direto e já escolheu o Paraná como polo estratégico para exportação na América Latina, segundo o governo estadual.
  • No dia 15 de junho, o BNDES aprovou R$ 500 milhões para uma usina de etanol de milho da FS em Mato Grosso , mostrou o PIRANOT.
  • O valor equivale a 57,5% dos R$ 200 milhões que a empresa anunciou em 2021 para instalar sua fábrica em Curitiba, inaugurada em 2023.

A Finep Inovação aprovou R$ 115 milhões para a fabricante alemã Horsch desenvolver máquinas agrícolas com automação e conectividade, projetadas para as condições do agronegócio brasileiro. A operação conta com o apoio da Macke Consultoria na estruturação da parceria público-privada.

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O projeto tem metas ambiciosas: os equipamentos de nova geração devem entregar ganhos de 15% na eficácia agronômica e redução de até 20% no consumo de defensivos e fertilizantes. Para a Finep — agência federal especializada no fomento à inovação produtiva —, o financiamento representa uma aposta direta na adaptação tecnológica às particularidades do solo e do clima do Brasil.

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A Horsch no Brasil

A trajetória da Horsch no país tomou forma em 2021, quando a empresa anunciou R$ 200 milhões para instalar sua primeira fábrica no Brasil, em Curitiba. A unidade entrou em operação em abril de 2023 e hoje atende o mercado local e exporta para a América Latina. O governo do Paraná confirmou a escolha da empresa pelo estado como polo estratégico de produção. O novo aporte da Finep equivale a pouco mais da metade daquele investimento inaugural — e sinaliza uma segunda fase na operação brasileira da companhia.

Referência mundial em máquinas de plantio direto, a Horsch aposta na personalização dos equipamentos para as condições brasileiras. O país reúne dois ativos que tornam o projeto estratégico: um agronegócio de escala global que demanda produtividade crescente e um parque industrial ainda dependente de modelos desenvolvidos para solos e climas distintos dos encontrados no cerrado e no sul do país.

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O financiamento à Horsch integra uma sequência recente de aportes federais ao setor. Em junho, o BNDES aprovou R$ 500 milhões para uma usina de etanol de milho da FS em Mato Grosso — movimento que reforça a aposta do governo na modernização e diversificação do agronegócio.

Com o projeto aprovado, a Horsch passa à etapa de desenvolvimento efetivo dos equipamentos. O resultado esperado são máquinas mais aderentes ao campo brasileiro — com menor custo operacional e maior produtividade para o produtor que hoje adapta tecnologia concebida para outras realidades.

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