A Seleção Brasileira garantiu R$ 57,3 milhões em premiação na Copa do Mundo de 2026 ao conquistar a liderança do Grupo C e avançar ao mata-mata. A classificação, confirmada na última quarta-feira (24), assegurou ao Brasil um bônus de US$ 2 milhões pela vaga na segunda fase — somado aos US$ 9 milhões destinados à participação na fase de grupos, o total chega a US$ 11 milhões.
A campanha brasileira no grupo foi impecável: duas vitórias, contra Haiti e Escócia, e um empate com Marrocos. Vinícius Júnior protagonizou o ataque com dois gols contra os escoceses e entrou na disputa pela Chuteira de Ouro do torneio. O primeiro lugar do Grupo C não apenas garantiu o avanço como também colocou a seleção em posição favorável no chaveamento do mata-mata.
Prêmios sobem a cada fase e campeão leva US$ 50 milhões
O montante pode crescer substancialmente nas próximas semanas. A Fifa estruturou a premiação em patamares crescentes conforme o avanço das seleções: se o Brasil passar das oitavas de final, o repasse salta para US$ 19 milhões (cerca de R$ 98,9 milhões). O campeão do Mundial recebe US$ 50 milhões, equivalentes a R$ 260,4 milhões — o teto da distribuição financeira do torneio.
O modelo de distribuição faz com que cada vitória no mata-mata represente um acréscimo automático no montante destinado às federações. A campanha esportiva transforma-se, assim, em variável financeira de peso para a CBF. O próximo adversário do Brasil ainda não está definido — pode ser Holanda, Japão ou Suécia, dependendo dos resultados dos outros grupos.
Com o hexacampeonato como objetivo esportivo, a seleção tem pela frente a possibilidade de ultrapassar R$ 260 milhões em premiação caso levante a taça. Cada avanço de fase aproxima o Brasil simultaneamente do título e do teto financeiro do Mundial.










