quarta-feira, junho 24
MERCADO
IBOVESPA 170.507 pts▲ 0,08%DOW JONES 51.849 pts▲ 0,26%NASDAQ 25.477 pts▼ 2,64%S&P 500 7.358 pts▼ 1,53%DÓLAR R$ 5,21▲ 0,20%EURO R$ 5,93▲ 0,12%BITCOIN R$ 316.428▼ 3,23%ETHEREUM R$ 8.426▼ 3,15%SELIC 14,25%CDI 14,15%IPCA 12M 4,72%
Publicidade
Economia

BNDES aprova R$ 98,3 milhões para Primo Tedesco digitalizar fábrica em Caçador

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • BNDES aprovou em 24 de junho de 2026 crédito de R$ 98,3 milhões para a Primo Tedesco, em Caçador, para modernizar a fábrica.
  • A linha de crédito prioriza internet das coisas, mas ainda não traz cronograma público para implantação.
  • Sem metas divulgadas, ainda não se sabe quando virão ganhos de produtividade, redução de custos ou ganho de escala.
  • A operação entra em uma unidade consolidada da empresa no setor de papel e embalagens em Caçador.
  • Em 2009, documentos do Ministério do Trabalho registraram manejo sustentável de florestas na unidade, reforçando seu histórico industrial.

O BNDES aprovou financiamento de R$ 98,3 milhões para a Primo Tedesco modernizar e digitalizar a fábrica instalada em Caçador, no oeste de Santa Catarina. A operação, divulgada nesta quarta-feira (24), destina recursos à atualização tecnológica da unidade, com foco em internet das coisas — rede de sensores e sistemas conectados que prometem automatizar a linha de produção e elevar a eficiência operacional.

Publicidade

Empresa tradicional do setor de papel e embalagens, a Primo Tedesco opera em Caçador há décadas e ostenta o título de maior produtora mundial de sacos de cimento, certificado obtido em 2018. O reconhecimento dimensiona o porte do projeto agora financiado pelo banco de fomento: a unidade catarinense abastece o mercado nacional e internacional de embalagens industriais, segmento em que a digitalização pode representar ganhos expressivos de produtividade e controle de qualidade.

O investimento chega em momento de expansão dos desembolsos do BNDES para a indústria. Na mesma semana, o banco aprovou R$ 618 milhões para a construção de uma usina de etanol de cereais da Aroeira em Minas Gerais, sinalizando ritmo mais acelerado de apoio a projetos de porte. Para a Primo Tedesco, o crédito viabiliza a transição de uma planta industrial convencional para uma operação conectada, na qual sensores monitoram variáveis como temperatura, consumo de energia e desempenho de máquinas em tempo real.

Publicidade

Com o financiamento aprovado, a empresa passa a contar com R$ 98,3 milhões em crédito para executar a transformação tecnológica da unidade. O próximo passo é a formalização do contrato e a definição do cronograma de liberação dos recursos, etapa necessária para o início efetivo das obras de modernização.


Publicidade
Publicidade