quarta-feira, junho 24
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Copa do Mundo 2026

Ancelotti abre porta para Neymar e evita promessa sobre Endrick

· 3 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Ancelotti elogiou Neymar, mas não confirmou se o atacante começa jogando contra a Escócia.
  • Técnico tratou Endrick como opção ofensiva e evitou antecipar a gestão da partida.
  • Brasil chega ao duelo em Miami com 4 pontos no Grupo C e vitória recente sobre o Haiti.
  • Jogo ganhou peso pela disputa no grupo, pela volta de Neymar e pela cobrança por Endrick.

Carlo Ancelotti chegou a Miami nesta terça-feira (23) após um atraso de mais de três horas no voo da Seleção Brasileira vindo da Filadélfia e foi direto para a coletiva de imprensa. O técnico italiano confirmou que Neymar está à disposição para o jogo contra a Escócia, nesta quarta-feira (24), no Hard Rock Stadium, mas não garantiu a titularidade do camisa 10.

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“Neymar tem conhecimento do jogo. Se não jogar, ajuda com experiência”, afirmou Ancelotti, que enxerga no atacante uma figura de liderança dentro do elenco, independentemente de entrar em campo. O retorno do jogador havia sido projetado desde a preparação da equipe para a Copa do Mundo.

Sobre Endrick, de 19 anos, o treinador reconheceu o clamor público por mais espaço. O jovem atacante do Real Madrid ficou no banco na vitória por 3 a 0 sobre o Haiti, e a torcida passou a cobrar sua presença no time titular. Ancelotti, porém, tratou a questão com cautela.

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“Endrick pode jogar todos os jogos. Tem qualidade para isso”, disse o comandante, que evitou confirmar se o atacante começa contra a Escócia ou se será usado como opção no decorrer da partida.

A estratégia para o confronto, segundo Ancelotti, será repetir o desempenho do primeiro tempo contra o Haiti — quando o Brasil construiu a vitória com intensidade, boa saída de bola e efetividade ofensiva. “Temos que tentar controlar o jogo, ter qualidade no meio de campo e efetividade na frente”, afirmou.

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CBF respalda gestão de Ancelotti

O Brasil soma 4 pontos no Grupo C da Copa do Mundo, após empate na estreia e vitória sobre o Haiti. Um novo resultado positivo contra a Escócia aproxima a equipe da classificação matemática para as oitavas de final.

Rodrigo Caetano, diretor da Confederação Brasileira de Futebol, defendeu Endrick e apoiou a condução de Ancelotti na véspera do jogo. Para o dirigente, a decisão sobre o uso do atacante pertence à comissão técnica e não ao ambiente externo.

A posição reforça que o treinador mantém autonomia para administrar o elenco, especialmente diante da expectativa em torno de dois nomes que representam momentos distintos da Seleção: Neymar, em fase de retorno, e Endrick, na busca por espaço.

Ancelotti também descartou preocupação com uma possível lesão de Raphinha e elogiou o potencial de jovens como Rayan, que integra o grupo nos Estados Unidos.

Escalação define o próximo capítulo

A escalação oficial contra a Escócia será o próximo passo para transformar disponibilidade em decisão. Até lá, Neymar segue como nome relacionado ao jogo, e Endrick permanece como alternativa ofensiva para o confronto no Hard Rock Stadium.

A chegada tardia da delegação a Miami compôs a rotina final de preparação, mas não deve alterar a condição técnica dos atletas. O que resta definir é a hierarquia ofensiva que Ancelotti escolherá para o segundo jogo da fase de grupos.


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