terça-feira, junho 23
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Copa do Mundo 2026

Deschamps deixa Copa após morte da mãe; Guy Stéphan assume França contra a Noruega

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Federação francesa confirmou a morte de Ginette Deschamps nesta terça-feira
  • Deschamps segue no cargo e se ausenta apenas por motivo familiar
  • Guy Stéphan deve dirigir a equipe contra a Noruega
  • Entidade não informou quanto tempo durará a ausência do treinador
  • Deschamps comanda a França desde 2012 e foi campeão mundial em 2018

Ginette Deschamps, mãe do técnico da seleção francesa, morreu nesta terça-feira (23) enquanto a França disputava a Copa do Mundo nos Estados Unidos. Didier Deschamps deixa a concentração e retorna ao país para o funeral — e não estará no banco no próximo jogo da equipe, contra a Noruega.

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A Federação Francesa de Futebol comunicou a situação por nota oficial, confirmada pela imprensa internacional. O jornal francês Le Monde antecipou que Deschamps não dirigirá o confronto com os noruegueses. A decisão é de afastamento temporário — não de saída do cargo nem de abandono da Copa.

Auxiliar histórico assume o banco contra a Noruega

Guy Stéphan, auxiliar de longa data de Deschamps na comissão técnica, assume o comando interino da seleção francesa. A notícia chega um dia depois de a França vencer o Iraque no torneio — a seleção chega ao duelo com a Noruega em posição confortável na tabela da fase de grupos.

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Um dos colaboradores mais próximos do técnico titular, Stéphan passará a conduzir os treinos e tomar as decisões táticas enquanto o afastamento durar. A Federação Francesa não informou publicamente por quantos jogos o auxiliar ficará no comando — a duração depende de quando Deschamps retornar dos compromissos familiares na França.

Deschamps comanda a França desde 2012 e é bicampeão mundial

À frente da seleção desde julho de 2012, Deschamps conquistou a Copa do Mundo de 2018 como técnico — e já havia sido campeão mundial como jogador em 1998. É um dos nomes mais vitoriosos da história da seleção, dos dois lados do campo.

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Na Copa de 2026, a França chega como uma das favoritas ao título. Kylian Mbappé se tornou o maior artilheiro da história da seleção nas Copas logo na estreia do torneio, com dois gols. É o principal nome do ataque que Guy Stéphan herdará no banco contra a Noruega.

A ausência de Deschamps deve se limitar ao jogo contra os noruegueses, mas o retorno formal ao cargo depende de nova comunicação da Federação Francesa. Por ora, a França segue na Copa com Guy Stéphan no banco — e com Deschamps mantido como técnico titular da equipe.


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