sábado, 18 de julho de 2026
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Brasil

FIA confirma sistema ADUO para F1 a partir do GP do Canadá em 2026

Mecanismo permite concessões de desenvolvimento para quem tiver desempenho entre 2% e 4% abaixo do melhor motor; Honda, Ferrari e Audi são candidatas

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • ADUO entra em vigor após GP do Canadá em 14 de junho de 2026
  • Fabricantes com desempenho entre 2% e 4% abaixo do melhor motor receberão concessões
  • Honda, Ferrari e Audi são apontadas como potenciais beneficiárias
  • Primeira avaliação cobrirá cinco corridas iniciais da temporada

A FIA confirmou que o sistema ADUO (Additional Development and Upgrade Opportunities) passará a valer para a Fórmula 1 a partir do Grande Prêmio do Canadá de 2026, marcado para 14 de junho em Montreal.

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O mecanismo foi criado como uma ‘rede de segurança’ para a nova geração de motores híbridos, permitindo que fabricantes com desempenho entre 2% e 4% abaixo do melhor motor do grid recebam concessões extras de desenvolvimento. O sistema foi introduzido pela FIA no fim de 2025 para evitar que alguma montadora fique muito atrás na nova era técnica. A decisão foi tomada após preocupações com a possibilidade de um domínio similar ao da Mercedes em 2014, quando o motor alemão se mostrou significativamente superior aos concorrentes.

Critérios de Elegibilidade e Benefícios do ADUO

Fabricantes com desvantagem entre 2% e 4% em relação ao motor líder poderão receber benefícios como margem adicional no teto orçamentário e oportunidades extras de homologação de componentes. “O critério principal será a diferença para o melhor motor do grid”, afirmou a FIA em comunicado.

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Ajustes no Calendário de Avaliação

O primeiro período de avaliação cobrirá as corridas da Austrália, China, Japão, Miami e Canadá. O calendário foi ajustado devido ao cancelamento de provas no Oriente Médio. Os resultados serão divulgados até duas semanas após o Grande Prêmio do Canadá, permitindo a implementação das melhorias na corrida seguinte.

O sistema ADUO visa evitar que a Fórmula 1 entre em uma era de desequilíbrio técnico, como ocorreu em 2014. Embora ainda não haja confirmação oficial sobre quais fabricantes serão elegíveis, a FIA monitora de perto o desempenho das unidades de potência.

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