A Interpol desmantelou em Essuatíni, no sul da África, uma falsa delegacia da Polícia Federal brasileira e prendeu 82 pessoas. A estrutura era usada para golpes financeiros, jogos de azar on-line ilegais e lavagem de dinheiro durante a operação First Light 2026.
Os suspeitos usavam uniformes e uma estrutura que imitava uma unidade da PF durante videochamadas. A encenação dava aparência oficial às abordagens feitas contra vítimas de fraudes.
Em resumo:
- A operação prendeu 82 pessoas em Essuatíni.
- A central imitava uma delegacia da Polícia Federal brasileira.
- As autoridades apreenderam 240 computadores e celulares.
Central usava símbolos policiais para dar credibilidade aos golpes
A estrutura reproduzia placas, uniformes e outros elementos associados à polícia brasileira. Durante as chamadas, os integrantes do grupo se apresentavam como agentes e orientavam transferências de dinheiro para contas controladas pelo esquema.
Foram apreendidos 240 dispositivos eletrônicos, entre computadores e celulares. A Interpol enviou uma equipe de apoio operacional para auxiliar as autoridades locais na análise forense do material recolhido.
Operação First Light 2026 mira redes internacionais de fraude
A ação em Essuatíni fez parte da operação global First Light 2026, voltada ao combate a redes de fraude on-line e engenharia social.
A perícia dos equipamentos deverá ajudar a identificar vítimas, movimentações financeiras e possíveis conexões internacionais da central desmantelada.











