terça-feira, 21 de julho de 2026
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Meio-ambiente

Enchentes no Afeganistão matam 23 e deixam cerca de 100 desaparecidos

· 3 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • O prefeito da cidade mais atingida, Parun, está entre os mais de 100 desaparecidos.
  • Ao menos 80 pessoas ficaram feridas, segundo a Autoridade Nacional de Gestão de Desastres.
  • As inundações destruíram completamente a capital da província de Nuristan, incluindo hotéis e dezenas de construções.
  • O número de mortos pode aumentar, pois as buscas continuam em áreas montanhosas de difícil acesso.

Enchentes repentinas provocadas por chuvas de monção matam pelo menos 23 pessoas nesta terça-feira (21) na província de Nuristan, no leste do Afeganistão, e deixam cerca de 100 desaparecidos.

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A dimensão do desastre ainda depende das buscas em uma região montanhosa, na fronteira com o Paquistão. A Autoridade Nacional de Gestão de Desastres do Afeganistão mobilizou operações de resgate, enquanto equipes tentam localizar sobreviventes em áreas de difícil acesso terrestre.

O balanço central divulgado pela autoridade afegã registra 23 mortos e cerca de 100 desaparecidos, dado também reportado pela imprensa internacional. A contagem não representa um número final, porque as operações de busca continuam e há pessoas sem localização confirmada.

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Nas primeiras horas do desastre, relatos internacionais registraram variações no acompanhamento dos números, como ocorre em áreas isoladas após enxurradas. A referência operacional permanece o balanço atribuído à Autoridade Nacional de Gestão de Desastres do Afeganistão: ao menos 23 mortos e cerca de 100 desaparecidos em Nuristan.

Nuristan combina vales montanhosos e acesso difícil

As chuvas torrenciais começaram na segunda-feira (20), segundo a linha do tempo do desastre. Na terça-feira (21), autoridades divulgaram o balanço de mortos e iniciaram as operações de busca por sobreviventes na província afetada.

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Nuristan fica no leste do Afeganistão e faz fronteira com o Paquistão. O relevo acidentado dificulta o deslocamento terrestre de equipes de resgate, o que pesa no tempo de resposta após enchentes repentinas em vales montanhosos.

O Afeganistão tem histórico recorrente de vulnerabilidade a eventos climáticos extremos. O derretimento de neve e chuvas torrenciais frequentemente provocam enxurradas severas em regiões de vale, segundo o contexto reunido por autoridades e relatos de acompanhamento do desastre.

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A tragédia ocorre em um país que também enfrenta pressão humanitária e limitações institucionais. Em maio, o PIRANOT mostrou que a ONU registrou 372 civis mortos em três meses no conflito entre Paquistão e Afeganistão, na mesma faixa regional de instabilidade.

Buscas seguem sem balanço final de danos

O encaminhamento confirmado é a continuidade das buscas por sobreviventes em Nuristan. A Autoridade Nacional de Gestão de Desastres do Afeganistão conduz a resposta ao desastre em meio a obstáculos logísticos e de infraestrutura sob o atual regime do país.

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A extensão total dos danos à infraestrutura de transporte na província ainda não foi divulgada pela autoridade afegã. Também não há publicação oficial, até o balanço informado nesta terça-feira (21), sobre plano de reconstrução de pontes destruídas ou volume de recursos destinados à assistência emergencial das famílias afetadas.

Relatos publicados pela imprensa internacional e pelo acompanhamento internacional do desastre mantêm o foco na busca por mais de 100 pessoas desaparecidas. O próximo balanço oficial deve indicar se o número de vítimas aumenta e quais áreas permanecem isoladas.


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