sexta-feira, 17 de julho de 2026
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Política

Moraes marca depoimento de Flávio Bolsonaro para 28 de julho

· 3 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Oitiva será às 14h na Polícia Federal
  • Investigação apura postagem em que senador associou Lula a crimes como tráfico e lavagem de dinheiro
  • Defesa pediu mais prazo, mas ministro condicionou adiamento a justificativa documentada
  • Inquérito foi aberto após representação do presidente contra publicação de 3 de janeiro
  • Caso está em fase de investigação, sem decisão sobre o mérito da acusação

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, marcou para 28 de julho, às 14h, o depoimento do senador Flávio Bolsonaro à Polícia Federal no inquérito que apura suspeita de calúnia contra Lula.

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A decisão fixa uma nova etapa do procedimento policial aberto após representação do presidente contra uma postagem publicada pelo senador no X em 3 de janeiro de 2026. O ponto prático é a data: Flávio deverá prestar esclarecimentos no dia 28, mas o formato da oitiva não foi divulgado.

A defesa do senador havia pedido mais prazo à Polícia Federal para que o depoimento fosse tomado. Moraes, porém, marcou a data e não concedeu novo adiamento sem justificativa documental, conforme registrado por cobertura nacional sobre a decisão desta sexta-feira (17).

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O caso está em fase de inquérito policial. Flávio Bolsonaro é investigado por suspeita de calúnia, e não há conclusão judicial sobre o mérito da imputação. A apuração envolve uma publicação que associava Lula a crimes internacionais após a prisão de Nicolás Maduro.

Postagem de janeiro leva inquérito ao depoimento de julho

A sequência começou em 3 de janeiro de 2026, quando Flávio Bolsonaro publicou a mensagem no X. A representação de Lula apontou a postagem como ofensiva e levou à abertura do inquérito que agora terá o senador ouvido pela Polícia Federal.

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Nesta sexta-feira (17), Moraes determinou a oitiva para 28 de julho de 2026, às 14h. As duas datas estruturam o caso: a postagem de 3 de janeiro é o fato investigado; o depoimento de 28 de julho é a próxima etapa formal da apuração.

Flávio Bolsonaro é senador da República e se apresenta como pré-candidato à Presidência. O inquérito, por isso, ocorre em um ambiente de tensão entre o Judiciário e parlamentares da oposição, mas seu objeto imediato é jurídico: apurar se a postagem configura calúnia contra Lula.

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O PIRANOT vem acompanhando decisões do Supremo com impacto político e institucional, como no caso em que o Supremo vai definir regra para cannabis medicinal no SUS. No caso de Flávio, a decisão de Moraes não julga o senador; apenas movimenta o rito do inquérito.

Oitiva depende de formato ainda não divulgado

O encaminhamento confirmado é o depoimento à Polícia Federal em 28 de julho, às 14h. A decisão atribui ao senador a próxima manifestação no inquérito, depois do pedido de prazo feito pela defesa.

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O formato da oitiva ainda não foi tornado público: não há informação disponível sobre comparecimento presencial ou videoconferência. Também não foi divulgada manifestação imediata da defesa de Flávio Bolsonaro sobre a data fixada por Moraes.

Depois do depoimento, a investigação seguirá sob responsabilidade da Polícia Federal e supervisão do Supremo Tribunal Federal. A etapa seguinte dependerá dos elementos colhidos na oitiva e dos encaminhamentos formais que forem publicados no processo.


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