segunda-feira, junho 29
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Copa do Mundo 2026

Presidente da federação saudita renuncia após eliminação na Copa de 2026

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Yasser Al-Misehal renunciou à presidência da Federação de Futebol da Arábia Saudita neste domingo (28), um dia após a eliminação da seleção nacional na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026.
  • O peso da eliminação no Grupo B A Arábia Saudita disputou o Grupo B do Mundial ao lado de Espanha, Canadá e Nova Zelândia, mas somou apenas dois empates e uma derrota, sem vencer nenhuma partida.
  • A federação não detalhou os motivos exatos da saída, mas o dirigente afirmou que a decisão busca "permitir novos rumos ao futebol saudita", segundo informou a Federação de Futebol da Arábia Saudita .
  • O vácuo na liderança e o Mundial de 2034 A federação não anunciou quem assumirá o cargo de Al-Misehal, e não há previsão de uma eleição imediata.
  • Conforme o PiraNOT acompanhou em 21 de junho , a equipe saudita entrou em campo contra a Espanha com Yamal entre os titulares do adversário, em duelo que selou a eliminação.

Yasser Al-Misehal renunciou à presidência da Federação de Futebol da Arábia Saudita neste domingo (28), um dia após a eliminação da seleção nacional na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. O anúncio foi feito pela própria entidade.

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Al-Misehal, que ocupava o cargo desde 2019, assumiu a responsabilidade pelo desempenho da equipe, eliminada após empate com a Espanha na última rodada do Grupo B. Em comunicado, o dirigente afirmou que a decisão busca “permitir novos rumos ao futebol saudita”. A federação não detalhou os motivos exatos da saída.

A renúncia expõe as dificuldades do ambicioso projeto esportivo do país, que investiu somas expressivas na contratação de estrelas internacionais para a liga local e lançou uma candidatura para sediar a Copa do Mundo de 2034. A eliminação precoce no Mundial sinaliza que o retorno esportivo do plano ainda está longe do esperado.

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Campanha sem vitórias no Grupo B

A Arábia Saudita disputou o Grupo B do Mundial ao lado de Espanha, Canadá e Nova Zelândia, mas somou apenas dois empates e uma derrota, sem vencer nenhuma partida. A campanha frustrou a torcida local e aumentou a pressão sobre a federação, especialmente depois que o reino injetou recursos recordes na preparação da seleção.

O duelo contra a Espanha, em 21 de junho, selou a eliminação. A seleção saudita encerrou a fase de grupos sem vitórias — um desempenho que contrasta com o volume de investimentos do país no futebol nos últimos anos.

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Vácuo de comando e o Mundial de 2034

A federação não anunciou quem assumirá o cargo de Al-Misehal, e não há previsão de eleição imediata. A lacuna de comando ocorre em momento crítico: a candidatura saudita para sediar a Copa do Mundo de 2034, liderada pelo próprio ex-presidente, enfrenta prazos de adequação a exigências da Fifa até o fim de 2027.

A renúncia não veio acompanhada de um pronunciamento sobre o impacto na candidatura, o que deixa em aberto a estratégia do reino para manter a influência no futebol global. O próximo passo será a escolha do sucessor e a definição de como o país conduzirá o projeto do Mundial de 2034 sem o dirigente que o capitaneava.


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