domingo, junho 14
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Copa do Mundo 2026

Jô é preso em boate de BH por dívida de pensão alimentícia pela quinta vez

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Mandado foi expedido pela Vara da Família de Itaquera, em São Paulo, e a dívida ultrapassa R$ 200 mil.
  • Esta é a quinta detenção do ex-atacante pelo mesmo motivo, segundo a Polícia Militar de Minas Gerais.
  • Ídolo do Atlético-MG e ex-Corinthians, Jô foi convocado para a Copa do Mundo de 2014 pela Seleção.
  • Prisão civil por dívida alimentícia tem caráter coercitivo e visa compelir o devedor a pagar.

O ex-atacante Jô, de 39 anos, foi preso na madrugada deste domingo (14) em uma boate no bairro Castelo, na região da Pampulha, em Belo Horizonte, por dívida de pensão alimentícia. O mandado de prisão civil foi expedido pela Vara da Família de Itaquera, em São Paulo.

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João Alves de Assis Silva, nome de registro do ex-jogador, foi localizado pela Polícia Militar de Minas Gerais durante a madrugada e encaminhado às autoridades responsáveis pelo cumprimento da ordem judicial. A medida está ligada a uma ação movida por uma ex-companheira.

Esta é a quinta detenção de Jô pelo mesmo motivo. O valor da dívida alimentícia aparece nas informações divulgadas em patamar superior a R$ 145 mil, com registros que citam cobrança de até R$ 220,7 mil. Como ações de família correm sob sigilo, os detalhes do processo não ficam disponíveis ao público.

Prisão civil cobra pagamento de pensão

A prisão por dívida alimentícia não tem natureza criminal. No Brasil, ela é uma medida civil usada para pressionar o devedor a quitar valores devidos a dependentes, como filhos ou ex-companheira, quando há decisão judicial e inadimplência reconhecida no processo.

Jô encerrou a carreira depois de uma trajetória marcada por passagens por Corinthians, Atlético-MG, Internacional, clubes da Europa e da Ásia. No Atlético, ganhou status de ídolo ao ser um dos nomes do time campeão da Libertadores de 2013. Pela Seleção Brasileira, integrou o elenco convocado para a Copa do Mundo de 2014.

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O próximo passo do caso depende do cumprimento da ordem judicial em São Paulo: a defesa pode buscar acordo ou pagamento da dívida, enquanto a Vara da Família de Itaquera mantém a condução do processo sob segredo de justiça.