O Paris Saint-Germain (PSG) venceu o Arsenal por 4 a 3 nos pênaltis neste sábado (30), no Estádio Puskás Arena, em Budapeste, e conquistou o bicampeonato consecutivo da UEFA Champions League. Com 65 mil torcedores presentes, o clube francês igualou o feito do Real Madrid (2016-2017) e entrou para o seleto grupo de clubes que venceram a competição duas vezes seguidas na era moderna — ao lado de Milan (1989-1990) e Benfica (1961-1962).
O Arsenal abriu o placar aos cinco minutos: o atacante Kai Havertz aproveitou um desvio do zagueiro brasileiro Marquinhos. O PSG empatou com Ousmane Dembélé no primeiro tempo, em lance cujo detalhamento não foi disponibilizado pelas fontes consultadas (Estadão, Extra, O Globo). O placar de 1 a 1 permaneceu inalterado durante o segundo tempo e a prorrogação. Na disputa de pênaltis, o PSG converteu todas as suas cobranças, enquanto o Arsenal marcou três. O zagueiro Gabriel Magalhães desperdiçou a cobrança decisiva, garantindo o título parisiense, conforme relatos do Extra e O Globo.
O bicampeonato coroa uma temporada consistente do PSG, que também faturou o Campeonato Francês 2025/26. A equipe comandada por Luis Enrique sofreu apenas um gol em toda a fase final da Champions, sinal de eficiência defensiva. O capitão Marquinhos liderou a defesa, apesar do erro no lance do gol sofrido, e Dembélé foi importante no ataque ao longo da campanha. O clube é o primeiro francês a vencer duas Ligas dos Campeões consecutivas.
Para o Arsenal, a derrota representa mais um revés em finais decididas nos pênaltis. O clube inglês havia perdido a final da Liga Europa de 2019 para o Chelsea também nas penalidades. O técnico Mikel Arteta, que levou a equipe à final após uma campanha sólida, não conseguiu superar o retrospecto negativo. O Arsenal não vence a Champions desde a temporada 2004/05 e amargou mais uma oportunidade perdida de voltar ao topo europeu.
Em relação à premiação financeira, a UEFA ainda não divulgou os valores oficiais para o campeão de 2026. Estimativas de mercado indicam montante superior a 100 milhões de euros, mas nenhuma das fontes consultadas — Extra, O Globo e Estadão — confirmou esse número. As informações oficiais sobre a distribuição da premiação entre clube e jogadores dependem de comunicado da entidade.
As reportagens utilizadas na cobertura — Extra, O Globo, Estadão, Metrópoles e Brasil 247 — não incluíram declarações diretas de jogadores ou dirigentes sobre o resultado. A narrativa baseou-se exclusivamente na descrição dos lances, o que limita a profundidade da análise. A ausência de fontes primárias em eventos de grande repercussão reduz a pluralidade de vozes e o contexto emocional.
Com informações de Extra, O Globo, Estadão, Metrópoles e Brasil 247.
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