📋 O que já sabemos
- ✓Ibovespa fecha abril a 187,3 mil pontos, alta de 2,64%.
- ✓Dólar cai a R$ 4,95, menor nível desde março de 2024.
- ✓Copom corta Selic para 14,5% ao ano, menor nível do ciclo.
- ✓IPCA de março fica em 0,88%, acumulando 4,14% em 12 meses.
- ✓Fed mantém juros nos EUA entre 3,50% e 3,75%.
Atualizado em tempo real pelo NEXUS A.I.
O Ibovespa acumulou alta de 2,64% em abril, fechando a 187,3 mil pontos, conforme dados da B3. O dólar recuou a R$ 4,95, menor nível desde março de 2024, de acordo com o Banco Central.
O desempenho foi puxado por ações de bancos, com destaque para o Banco do Brasil, que subiu 2,30% no período. O movimento ocorre em meio ao corte da Selic para 14,5% ao ano, menor patamar desde o início do ciclo de aperto.
Apesar do alívio monetário, o Copom manteve tom cauteloso, citando incertezas externas e inflação pressionada. O IPCA de março chegou a 0,88%, acumulando 4,14% em 12 meses, próximo ao teto da meta de 4,5%, segundo o IBGE.
Copom reduz Selic em 0,25 ponto e sinaliza novos cortes
O Comitê de Política Monetária reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano, conforme comunicado do Banco Central. A decisão, com tom conservador, condiciona novos cortes à evolução da inflação.
“O ambiente externo permanece adverso, com volatilidade nos mercados financeiros e incertezas sobre a trajetória da inflação global”, afirmou o Copom em comunicado. A expectativa dos investidores é de novos cortes ao longo do ano, o que sustenta o otimismo cauteloso no mercado acionário.
Apesar do alívio monetário, a inflação medida pelo IPCA de março foi de 0,88%, acumulando 4,14% em 12 meses — próximo ao teto da meta de 4,5%. O mercado reage com otimismo cauteloso: o Ibovespa acumula alta de 2,64% em abril, impulsionado pela expectativa de que o ciclo de cortes continue, desde que os indicadores de preços colaborem.
Riscos externos e fiscais limitam euforia
O Federal Reserve manteve os juros americanos entre 3,50% e 3,75% em sua última reunião, citando inflação elevada e tensões no Oriente Médio como fatores de risco. A decisão reforça a cautela global e reduz o apetite por ativos de mercados emergentes.
“A inflação ainda não está convergindo de forma sustentável para a meta de 2%”, afirmou o presidente do Fed, Jerome Powell, em coletiva de imprensa, sinalizando que cortes adicionais nos juros americanos podem demorar. O cenário externo adverso contrasta com o movimento doméstico de flexibilização monetária.
No Brasil, o Copom cortou a Selic para 14,5% ao ano em abril, menor nível desde o início do ciclo, conforme comunicado do Banco Central. No entanto, o mercado monitora de perto o ritmo da inflação — o IPCA de março subiu 0,88%, segundo o IBGE — e o cenário fiscal, que segue como ponto de atenção para investidores.
A alta do Ibovespa em abril reflete, assim, um otimismo cauteloso, com investidores precificando cortes adicionais na Selic, mas atentos aos riscos externos e domésticos que podem limitar o movimento de alta.
❓ Perguntas frequentes
Qual foi a alta do Ibovespa em abril de 2025?
O Ibovespa acumulou alta de 2,64% em abril, fechando a 187,3 mil pontos, impulsionado por ações de bancos e pelo corte da Selic.
Para quanto caiu a Selic em abril de 2025?
O Copom reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano, menor nível desde o início do ciclo de aperto monetário.
Qual foi a cotação do dólar em abril de 2025?
O dólar comercial caiu a R$ 4,95 no fim de abril, menor valor desde março de 2024, segundo o Banco Central.
Para quanto caiu a Selic em abril de 2025?
O Copom reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano, menor nível desde o início do ciclo de aperto monetário.
Qual foi a cotação do dólar em abril de 2025?
O dólar comercial caiu a R$ 4,95 no fim de abril, menor valor desde março de 2024, segundo o Banco Central.











