sábado, 18 de julho de 2026
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Entidade defende modelo plurianual e seguro rural em meio à inadimplência recorde.

CNA pede R$ 623 bilhões para o Plano Safra 2026/27 e defende modelo plurianual

Entidade defende modelo plurianual e seguro rural em meio à inadimplência recorde.

· 2 min de leitura · Atualizado em 08.05.2026 · NEXUS A.I. do PIRANOT - Editoria de Loterias

Seguro rural e modelo plurianual

O seguro rural tornou-se prioridade nas propostas da CNA para o Plano Safra 2026/2027. A entidade pediu R$ 4 bilhões para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, visando ampliar a cobertura dos produtores diante da inadimplência recorde e da pressão dos juros elevados.

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A CNA também defende um modelo plurianual para o seguro rural, como forma de dar previsibilidade e estabilidade ao setor. O modelo atual, anual, gera incertezas e dificulta o planejamento dos agricultores.

O pedido total de R$ 623 bilhões inclui R$ 104,9 bilhões para a agricultura familiar e R$ 518,2 bilhões para a agricultura empresarial. A proposta foi entregue ao governo federal nesta terça-feira (28).

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Cenário de inadimplência e defesa do plurianual

A CNA apresentou a proposta com forte ênfase na adoção de um modelo plurianual. O pleito ocorre em meio a uma crise de inadimplência no crédito rural, que mais que triplicou nos últimos anos, pressionada por juros elevados. A entidade acredita que o modelo plurianual traria previsibilidade ao setor, reduzindo os impactos de oscilações econômicas.

A CNA afirmou que o seguro rural é o centro das propostas e destacou a necessidade de reforçar o instrumento para mitigar riscos e evitar novos calotes. A entidade também cobra medidas específicas para lidar com o endividamento dos produtores.

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) solicitou R$ 623 bilhões para o Plano Safra 2026/27, o maior valor já pedido. O montante seria dividido em R$ 104,9 bilhões para a agricultura familiar, R$ 518,2 bilhões para o segmento empresarial e R$ 4 bilhões para o seguro rural.

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A proposta foi entregue ao governo federal em um cenário de inadimplência no crédito rural, que mais que triplicou nos últimos anos. Os juros elevados também pressionam o custo do financiamento, dificultando o planejamento dos produtores.

Segundo a CNA, o modelo anual atual gera incertezas e onera os agricultores. A entidade defende a adoção de um plano plurianual, que daria previsibilidade ao setor e reduziria os impactos de oscilações econômicas.

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Seguro rural e modelo plurianual

O seguro rural tornou-se prioridade nas propostas da CNA para o Plano Safra 2026/2027. A entidade pediu R$ 4 bilhões para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, visando ampliar a cobertura dos produtores diante da inadimplência recorde e da pressão dos juros elevados.

A CNA também defende um modelo plurianual para o seguro rural, como forma de dar previsibilidade e estabilidade ao setor. O modelo atual, anual, gera incertezas e dificulta o planejamento dos agricultores.

O pedido total de R$ 623 bilhões inclui R$ 104,9 bilhões para a agricultura familiar e R$ 518,2 bilhões para a agricultura empresarial. A proposta foi entregue ao governo federal nesta terça-feira (28).

Cenário de inadimplência e defesa do plurianual

A CNA apresentou a proposta com forte ênfase na adoção de um modelo plurianual. O pleito ocorre em meio a uma crise de inadimplência no crédito rural, que mais que triplicou nos últimos anos, pressionada por juros elevados. A entidade acredita que o modelo plurianual traria previsibilidade ao setor, reduzindo os impactos de oscilações econômicas.

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A CNA afirmou que o seguro rural é o centro das propostas e destacou a necessidade de reforçar o instrumento para mitigar riscos e evitar novos calotes. A entidade também cobra medidas específicas para lidar com o endividamento dos produtores.


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