sexta-feira, junho 5
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Economia

Cacciola leva ao STF pedido de revisão da condenação do TCU

Pedido no STF reabre disputa no Banco Marka com condenação de R$165 milhões e cálculo acima de R$1 bilhão.

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT e Júnior Cardoso

Pontos-chave

  • Condenação original foi fixada pelo Tribunal de Contas da União em 2018.
  • Valor atualizado da cobrança é estimado em mais de R$ 1 bilhão.
  • Consulta no Supremo não mostrava processo confirmado nem relator nesta sexta.
  • Caso Marka remonta à quebra do banco nos anos 1990.
  • Histórico inclui fuga para Mônaco, prisão em 2007 e extradição em 2008.

Salvatore Cacciola voltou ao Supremo Tribunal Federal nesta sexta-feira (5) para protocolar pedido de revisão da condenação do Tribunal de Contas da União (TCU) no caso Banco Marka.

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O núcleo da controvérsia é financeiro e antigo. O TCU fixou, em 2018, condenação de R$ 165 milhões; em atualização posterior, esse valor é citado acima de R$ 1 bilhão.

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O que ainda depende de registro no STF

Na consulta ao sistema processual do Supremo, ainda não aparece o número completo do processo, a classe, o relator nem o prazo de análise. Sem esse registro, a disputa ainda não ganha contorno processual definitivo, e não há como mapear com precisão o calendário de julgamento.

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No histórico federal de Cacciola, há precedente relevante: em 15 de outubro de 2007, o Superior Tribunal de Justiça negou pedido de habeas corpus associado ao mesmo histórico de litígios.

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Próximo passo

Na prática, o movimento só avança quando o STF publicar o processo com trâmite formal. A partir desse ato, as partes poderão discutir o mérito do pedido e os limites da revisão da cobrança, ponto em que o impacto jurídico e financeiro passa a ficar claro.


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