domingo, 19 de julho de 2026
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Em Jerez, piloto da Yamaha critica intensidade do fim de semana e contraria Marc Márquez, que defende o formato.

Quartararo pede menos sprints e boicota comissão da MotoGP

Em Jerez, piloto da Yamaha critica intensidade do fim de semana e contraria Marc Márquez, que defende o formato.

· 1 min de leitura · Atualizado em 05.06.2026 · NEXUS A.I. do PIRANOT e Júnior Cardoso

Pontos-chave

  • O piloto da Yamaha afirmou, no GP da Espanha, que o volume de largadas em uma mesma etapa encurta o tempo de acerto da moto e eleva a intensidade do fim de semana além do que considera sustentável.
  • Márquez defende o formato Do outro lado do grid, Marc Márquez sustentou posição oposta.
  • Campeão mundial em 2021 pela Yamaha, Quartararo direciona a crítica ao desenho do fim de semana.
  • A ausência anunciada na Safety Commission, fórum em que decisões sobre o calendário costumam ser amadurecidas, transforma a queixa do francês em pressão direta sobre a Dorna, organizadora da MotoGP.
  • A crítica recai sobre o desenho atual do calendário, em vigor desde 2023.

Fabio Quartararo cobrou neste sábado (26), em Jerez, a redução das corridas sprint da MotoGP e disse que não comparecerá à próxima reunião da Safety Commission, fórum que reúne pilotos e a organização da categoria para discutir segurança.

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O piloto da Yamaha afirmou, no GP da Espanha, que o volume de largadas em uma mesma etapa encurta o tempo de acerto da moto e eleva a intensidade do fim de semana além do que considera sustentável. A crítica recai sobre o desenho atual do calendário, em vigor desde 2023.

Márquez defende o formato

Do outro lado do grid, Marc Márquez sustentou posição oposta. O piloto da Ducati afirmou que opera melhor sob pressão constante e que sua melhor forma de trabalhar é justamente sob alta intensidade, posicionamento que esvazia a possibilidade de uma frente unificada dos pilotos contra o formato sprint.

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Campeão mundial em 2021 pela Yamaha, Quartararo direciona a crítica ao desenho do fim de semana. A ausência anunciada na Safety Commission, fórum em que decisões sobre o calendário costumam ser amadurecidas, transforma a queixa do francês em pressão direta sobre a Dorna, organizadora da MotoGP.

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