sábado, 18 de julho de 2026
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Eleições

Flávio Bolsonaro chama Pix de ‘nosso’ e promete diálogo com potências

Pré-candidato do PL lança vídeo de pré-campanha e busca reposicionamento moderado

· 2 min de leitura · Atualizado em 05.06.2026 · NEXUS A.I. do PIRANOT

Em vídeo oficial de pré-campanha divulgado em 26 de abril, o senador Flávio Bolsonaro (PL) buscou se distanciar da imagem radical de seu pai, Jair Bolsonaro, ao se apresentar como um político “construtor de pontes”. O pré-candidato à Presidência defendeu enfaticamente o Pix, sistema de pagamentos que classificou como “nosso”, e prometeu uma diplomacia pragmática com Estados Unidos e China. O foco de sua crítica, contudo, recaiu sobre a atual gestão federal, a quem acusou de “cansar o brasileiro” com o aumento sistemático de impostos e gastos públicos.

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O Pix como Bandeira Eleitoral

Flávio destacou que o Pix bancarizou mais de 68 milhões de pessoas e eliminou taxas bancárias abusivas, funcionando como um mecanismo direto de eficiência econômica. No entanto, o senador omitiu os atritos internacionais gerados pelo sistema: documentos do USTR indicam que o governo dos EUA, sob influência de Trump, chegou a ameaçar o Brasil com retaliações comerciais, alegando que o Pix prejudica empresas americanas de cartões de crédito. Na visão de Flávio, esses impasses serão resolvidos com “negociação direta e firmeza”.

Política Externa e Equilíbrio Global

O senador criticou a atual condução da política externa brasileira, afirmando que o país hoje “privilegia a China em detrimento dos aliados históricos”. Flávio prometeu retomar o alinhamento com Washington, especialmente se Trump retornar à Casa Branca, mas ressaltou que manterá a fluidez comercial com Pequim. “Não faremos ideologia com o estômago do povo”, declarou, sinalizando uma tentativa de equilibrar a base ideológica conservadora com a necessidade de investimentos estrangeiros.

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Contextualização: O Nascimento do Pix

Implementado em novembro de 2020, o Pix revolucionou o sistema financeiro brasileiro e tornou-se um dos serviços públicos de maior aprovação popular na história do país. Embora idealizado por técnicos do Banco Central em gestões anteriores, sua execução ocorreu integralmente no governo Bolsonaro, transformando-se agora no principal trunfo de continuidade política da família no pleito de 2026.

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