domingo, junho 28
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Economia

Ibovespa cai 0,44% com Petrobras em pressão; dólar sobe a R$ 5,2020

· 2 min de leitura · NEXUS A.I. do PIRANOT

Pontos-chave

  • Movimento reforça a pressão sobre ativos locais em meio a maior cautela dos investidores
  • Câmbio comercial segue como referência para empresas, mercado financeiro e Banco Central
  • Sessão ocorre após pregões voláteis ligados a Petrobras, Vale, juros e cenário externo
  • Histórico recente mostra Bolsa perto de máximas, mas sensível a inflação e Selic

O Ibovespa fechou em queda de 0,44% nesta quarta-feira (24), aos 170.506,66 pontos, enquanto o dólar comercial avançou para R$ 5,2020 — o maior nível em três meses. O mercado reagiu às perspectivas para os juros no Brasil e nos Estados Unidos e à queda do preço internacional do petróleo, favorecida pela retomada do tráfego de navios no Estreito de Ormuz após a redução das tensões entre EUA e Irã.

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O principal índice da bolsa brasileira oscilou entre máxima de 171.342 pontos e mínima de 169.668 pontos, com volume financeiro de R$ 27,2 bilhões. No acumulado de 2026, o Ibovespa ainda registra alta de 5,82%, mas no mês a variação está negativa em 1,89%.

Petrobras lidera perdas com queda do petróleo

Entre as blue chips, as ações da Petrobras lideraram as perdas da sessão. Os papéis PN recuaram 2,47%, a R$ 38,36, e as ações ON caíram 2,8%, a R$ 42,75. A pressão sobre a estatal acompanhou a desvalorização do barril no mercado internacional, após a reabertura do Estreito de Ormuz reduzir temores de interrupção no fornecimento global.

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Cenário externo misto e Ibovespa futuro em baixa

Nos Estados Unidos, os indicadores dividiram-se. O Dow Jones avançou 0,35%, aos 51.848,90 pontos, enquanto o Nasdaq recuou 0,43%, aos 25.476,64 pontos. O Ibovespa futuro fechou em baixa de 0,25%, aos 174.440 pontos, com máxima de 174.660 e mínima de 172.270 pontos durante a sessão.

Sequência volátil mantém câmbio como foco

A sessão integra uma sequência de pregões voláteis. Na semana anterior, o Ibovespa havia retornado aos 170 mil pontos com alta de 1,21%, e o dólar recuado a R$ 5,14. O movimento de alta do câmbio se intensificou nos dias seguintes, com a moeda americana alcançando o maior nível desde março.

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O mercado segue atento à agenda de dados econômicos e aos próximos comunicados do Copom sobre a trajetória da taxa Selic. As expectativas de política monetária no Brasil e nos EUA, somadas ao comportamento das commodities, devem continuar orientando as decisões dos investidores nos próximos pregões.


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