sábado, 18 de julho de 2026
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Real Time Big Data inicia coleta após Senado rejeitar indicado ao STF e derrubar veto presidencial, em derrotas históricas para o governo.

Pesquisa medirá força eleitoral e impacto das derrotas de Lula no Congresso

Real Time Big Data inicia coleta após Senado rejeitar indicado ao STF e derrubar veto presidencial, em derrotas históricas para o governo.

· 3 min de leitura · Atualizado em 08.05.2026 · NEXUS A.I. do PIRANOT - Editoria de Loterias

Pontos-chave

  • Senado rejeitou indicado de Lula ao STF pela primeira vez desde a redemocratização.
  • Congresso derrubou veto presidencial à dosimetria de penas para crimes hediondos.
  • Pesquisa testa Lula contra Flávio Bolsonaro, Zema e Caiado em cenários eleitorais.
  • Entrevistados opinarão sobre jornada 6x1, isenção do IR e restrição a apostas.

O instituto Real Time Big Data foi a campo no sábado (2) para capturar, pela primeira vez, o impacto eleitoral das derrotas impostas pelo Congresso ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O levantamento ouvirá 2.000 eleitores e testará a força de Lula contra adversários como Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Ronaldo Caiado.

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A pesquisa surge após uma sequência de reveses legislativos que abalaram o Planalto. O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal — fato inédito desde a redemocratização — e derrubou o veto de Lula ao projeto que endurece regras de progressão penal para crimes hediondos.

Segundo o Real Time Big Data, a coleta foi iniciada logo após essas votações, com margem de erro de dois pontos percentuais. A divulgação está prevista para terça-feira (5). O instituto quer medir se o eleitor percebe os tropeços como sinal de fraqueza política ou como exercício normal da independência entre os poderes.

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Reveses históricos alimentam tensão entre Executivo e Legislativo

A rejeição de Messias pelo Senado representou um marco na relação entre os poderes. Conforme dados oficiais, foi a primeira vez que um nome indicado à Suprema Corte foi barrado desde a volta da democracia. “Foi um recado claro do Legislativo ao Executivo”, descreveu a emissora ao analisar o episódio.

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Pouco depois, o Congresso derrubou o veto presidencial ao projeto de lei da dosimetria, impondo regras mais rígidas para a progressão de regime de condenados por crimes hediondos. A medida havia sido vetada integralmente por Lula, mas a base aliada não conseguiu sustentar a decisão no Parlamento.

“O governo virou refém do Congresso”, resumiu um analista político ouvido pela BBC News Brasil, em reportagem que detalhou a sequência de derrotas. Esses episódios acirraram o conflito institucional e podem influenciar a percepção de governabilidade, como pretende aferir a nova pesquisa.

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Cenários eleitorais e pautas polêmicas no radar

O levantamento do Real Time Big Data testará a intenção de voto em cenários de primeiro e segundo turno, incluindo confrontos com Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Ronaldo Caiado. Além disso, os entrevistados serão questionados sobre temas que geraram derrotas recentes do governo no Congresso, como a jornada 6×1, a isenção do Imposto de Renda e a restrição a apostas eletrônicas.

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Segundo a metodologia divulgada pelo instituto, será possível cruzar a preferência eleitoral com a opinião sobre essas agendas legislativas. A pesquisa anterior, de fevereiro de 2026, já mostrava empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em alguns cenários. Agora, com a inclusão das pautas polêmicas, o levantamento indicará se a insatisfação com o governo se traduz em migração de votos para os adversários.

“O Congresso impôs ao governo derrotas históricas, e essa pesquisa vai capturar se o eleitor percebe isso como fraqueza ou como independência dos poderes”, afirmou um analista do Real Time Big Data em comunicado à imprensa. Os resultados podem revelar se o capital político de Lula foi corroído, especialmente entre os eleitores que aprovam medidas como o fim da escala 6×1.


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