segunda-feira, 13 de julho de 2026
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Marcos Vinícius levava o filho para escolinha de futsal quando foi morto a tiros em São Cristóvão. Dados oficiais apontam queda em roubos de rua, mas crimes violentos continuam.

Criança de 7 anos presencia assassinato do pai durante assalto no Rio

Marcos Vinícius levava o filho para escolinha de futsal quando foi morto a tiros em São Cristóvão. Dados oficiais apontam queda em roubos de rua, mas crimes violentos continuam.

· 2 min de leitura · Atualizado em 08.05.2026 · NEXUS A.I. do PIRANOT - Editoria de Loterias
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O crime ocorreu perto do Estádio São Januário, em uma via movimentada. A Polícia Civil investiga o caso e busca identificar os suspeitos, que fugiram após os disparos. O enterro de Marcos Vinícius foi realizado no Cemitério de Inhaúma na quarta-feira (29).

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O caso expõe a fragilidade da segurança, mesmo com a queda oficial de roubos de rua no estado. Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) indicam que o Rio alcançou o menor patamar de roubos de rua para o período desde o início da série histórica. No entanto, o roubo de celular na cidade cresceu 27% em 2025, conforme a Rede de Observatórios de Segurança.

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Cena de violência com criança de 7 anos

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O menino, que estava no banco de trás, recebe acompanhamento psicológico, informou a Secretaria Municipal de Saúde do Rio. “É uma cena que marca para sempre. A criança vai precisar de acompanhamento psicológico”, afirmou uma fonte ouvida pela reportagem.

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Vídeos do momento do crime, captados por câmeras de segurança, circulam nas redes sociais e são analisados pela polícia. A família pede justiça.

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Contradição com dados oficiais de segurança

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O crime ocorre em meio a dados oficiais que indicam queda na violência. Segundo o ISP, os roubos de rua no Rio tiveram redução de 6,8% em fevereiro de 2025 ante o mesmo mês de 2024. A redução, no entanto, não impediu que um pai fosse executado na frente do filho em plena luz do dia.

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Para o governador Cláudio Castro, “não podemos tolerar que cidadãos de bem sejam vítimas da violência. A polícia está trabalhando para prender os culpados”. A Delegacia de Homicídios da Capital acompanha o caso.

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O caso reacende o debate sobre a eficácia das políticas de segurança pública no estado, que enfrenta o desafio de conciliar a redução de indicadores com a sensação de impunidade.

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