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IBGE: rendimento médio real sobe 5,5% no 1º trimestre, impulsionado por mudança na composição do mercado de trabalho

Rendimento médio do trabalhador atinge R$ 3.722, maior valor da série histórica

IBGE: rendimento médio real sobe 5,5% no 1º trimestre, impulsionado por mudança na composição do mercado de trabalho

· 5 min de leitura · Atualizado em 08.05.2026 · NEXUS A.I. do PIRANOT - Editoria de Loterias
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O que já sabemos

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  • Rendimento médio real atinge R$ 3.722, maior valor da série histórica do IBGE.
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  • Cerca de 1 milhão de informais de baixa renda deixaram o mercado no trimestre.
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  • Taxa de desemprego sobe a 6,1%, mas é a menor para o período desde 2014.
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  • Massa salarial recorde de R$ 374,8 bilhões impulsionada por empregos formais.
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O rendimento médio real do trabalhador brasileiro atingiu R$ 3.722 no primeiro trimestre de 2026, o maior valor da série histórica do IBGE. O avanço de 5,5% em relação a 2025, porém, não reflete ganhos generalizados: cerca de 1 milhão de trabalhadores informais de baixa renda deixaram o mercado, elevando a média.

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A taxa de desemprego subiu para 6,1% no período, ainda assim a menor para um primeiro trimestre desde 2014. O alívio veio acompanhado de recorde na massa salarial, de R$ 374,8 bilhões, puxado pelo emprego formal.

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“O crescimento do rendimento médio foi influenciado pela mudança na composição do mercado, com saída de trabalhadores de menor remuneração”, explicou o IBGE em nota. O fenômeno indica que a melhora estatística esconde fragilidades na recuperação do mercado de trabalho formal.

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Rendimento médio sobe 5,5% com mudança na composição do mercado

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O rendimento médio real do trabalhador brasileiro atingiu R$ 3.722 no primeiro trimestre de 2026, o maior valor da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012. O dado, divulgado pelo IBGE, representa alta de 5,5% em relação ao mesmo período de 2025.

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O recorde, no entanto, não reflete ganhos generalizados. Conforme o IBGE, cerca de 1 milhão de trabalhadores informais de baixa renda deixaram o mercado de trabalho no período, o que elevou artificialmente a média salarial. A taxa de desemprego subiu para 6,1%, ainda assim a menor para um primeiro trimestre desde 2014.

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“O crescimento do rendimento médio foi influenciado pela mudança na composição do mercado, com saída de trabalhadores de menor remuneração”, explicou o IBGE em nota. O fenômeno indica que a melhora estatística esconde fragilidades na recuperação do mercado de trabalho formal.

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Desemprego sobe para 6,1%, mas é o menor para o período

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A taxa de desemprego no Brasil subiu para 6,1% no primeiro trimestre de 2026, ante 5,1% no trimestre anterior, segundo o IBGE. Apesar da alta sazonal, o índice é o menor já registrado para o período desde o início da série histórica, em 2012. Na comparação interanual, houve recuo: no primeiro trimestre de 2025, a taxa era de 6,2%.

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O alívio no desemprego, porém, veio acompanhado de um recorde no salário médio real, que atingiu R$ 3.722 — o maior valor da série. O resultado, no entanto, reflete menos uma melhora generalizada e mais a saída de trabalhadores informais de baixa renda do mercado, o que eleva a média. Como consequência, a taxa de informalidade caiu para 38,2% no trimestre, ante 39,1% no mesmo período de 2025.

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Segundo o IBGE, o número de empregados com carteira assinada cresceu 2,4% em relação ao ano anterior, enquanto os trabalhadores por conta própria recuaram 1,8%. A renda média dos informais é cerca de 40% inferior à dos formais, o que explica parte do salto no rendimento médio.

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Massa salarial recorde de R$ 374,8 bilhões puxada por empregos formais

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A massa salarial real dos brasileiros atingiu R$ 374,8 bilhões no primeiro trimestre de 2026, o maior valor da série histórica do IBGE. O avanço de 7,1% em relação ao mesmo período de 2025 reflete o aumento do emprego formal e a redução de trabalhadores informais de baixa renda, segundo o instituto.

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O rendimento médio real habitual subiu a R$ 3.722, também recorde. O IBGE aponta que o resultado é influenciado pela saída de informais com remuneração mais baixa, o que eleva a média estatística. ‘A massa de rendimentos cresceu 7,1% na comparação anual, impulsionada pelo aumento do número de empregados com carteira assinada’, diz o relatório da PNAD Contínua.

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A taxa de desemprego subiu a 6,1% no trimestre, mas é a menor para o período desde o início da série, em 2012. O IBGE destaca que a melhora na qualidade das ocupações contribuiu para a alta do rendimento médio, embora a informalidade ainda atinja 38,2% dos ocupados.

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