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Economia

Piracicaba encerrará o ano com R$ 85 milhões a menos no caixa

· 3 min de leitura · Atualizado em 04.08.2020 · Assessoria de Imprensa
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A Prefeitura de Piracicaba terminará 2016 com R$ 85 milhões de reais a menos no caixa. Os demonstrativos financeiros de janeiro a agosto foram apresentados nesta noite (28) durante audiência pública promovida pela Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara de Vereadores.

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O secretário municipal de Finanças Admir Leite culpou a “crise” como a responsável pela perda de arrecadação e pela diminuição dos repasses do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), principal fonte de recursos da Prefeitura, repassados pelo governo do Estado.

Do orçamento municipal previsto para este ano – na ordem de R$ 1 bilhão e 457 milhões de reais -, aproximadamente R$ 85 milhões deixarão de entrar nas gavetas financeiras do Centro Cívico. “Até agosto nós já realizamos mais de R$ 900 milhões, sendo que as principais despesas da administração são com custeio (49%) e com o funcionalismo (44%)”, explicou Leite.

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No encontro, o titular das Finanças apresentou os números das administrações direta e indireta. A Fumep (Fundação Municipal de Ensino) terá um superávit de R$ 1 milhão de reais, “sendo que empenhou R$ 18 milhões e arrecadou R$ 19 milhões com as mensalidades dos alunos e repasses”, disse Admir Leite. O Ipasp (Instituto de Previdência e Assistência Social dos Funcionários Municipais) também está com uma situação mais confortável em relação a outras secretarias. O órgão é responsável pelo pagamento das aposentadorias dos funcionários públicos municipais inativos.

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INVESTIMENTOS – De acordo com os dados oficiais apresentados na noite desta quarta-feira, de um orçamento de 100%, apenas 3% “são para coisas novas, ou seja, para investimentos. E o próximo prefeito terá menos que isso”, declarou o secretário municipal de Finanças, Admir Leite. “Ouço muitos comentários de que a crise está acabando, mas isso ainda não reflete nos números”, ponderou.

A audiência pública para avaliação das metas fiscais da Prefeitura Municipal contou com a presença do procurador geral, Mauro Rontani; da presidente do Semae, Daniele Pacheco; Marcel Zoteli, presidente do Ipasp e de Antônio Carlos Copatto, presidente da Fumep, além dos alunos do curso de Serviços Públicos da ETEC Coronel Fernando Febeliano da Costa – antigo Colégio Industrial.

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